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Evento
A torre misteriosa



Progresso:
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Boss:
Desc
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Bônus Atual:
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 The Witch of the Wilds

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AutorMensagem
Drako

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MensagemAssunto: Re: The Witch of the Wilds   Qua Fev 03, 2016 5:42 am


Morrigan tinha ficado impressionada com a magnitude daquela construção surreal. Mas depois que conseguiu admirar o suficiente o grande templo, ela decidiu que era o momento para se alimentar antes que fosse iniciar sua aventura dentro da estrutura colossal. A garota quando tomou o vinho, percebeu que estava se viciando na bebida, mas acredita não ter nenhum problema. Depois que terminou o desjejum, arrumou todos os seus pertences e foi na direção da entrada do templo. Ao ir subindo as escadas, percebeu que de longe parecia ser menor a subida que estava realizando. Mas Morrigan foi persistente, não parou em nenhum momento para descansar. Quando pisava em um dos últimos degraus, ela pode ver parte da entrada do templo, mas acabou tendo uma surpresa.

Velho –Quem é você?

Foi um VELHO que estava acompanhado por uma MULHER e um ELFO que tinha dirigido a palavra para Morrigan. Os três estavam encarando a garota como se tentasse ler seus pensamentos, e descobrir o motivo da druida estar ali. O Elfo era o que mais olhava para ela, e tinha uma expressão de desgosto em sua face. A mulher apenas parecia surpresa por ver Morrigan por lá, assim como o velho. Antes que alguém pudesse tentar se pronunciar, o elfo iria interromper e falaria:

Elfo –Vamos Senhor e Senhorita! Não temos tempo a perder com mais ninguém. Peguem suas coisas e vamos logo fazer essa pesquisa.

O velho e a mulher pegaram lampiões de luz, e o elfo estava com uma tocha que acabará de acender. Os três colocaram suas mochilas nas costas, e realizavam as ultimas ações antes de prosseguirem. O senhor de idade parecia estar cansado devido o trabalho que deve ter realizado para chegar até ali. Aparentemente a jovem que estava com eles não parecia abalada, mas ainda continuava com uma expressão de surpresa. Morrigan pode perceber que a entrada do templo levava a um corredor que estava totalmente escuro. Os três desconhecidos deram seus primeiros passos no corredor de entrada do templo, e pareciam não se importar mais com a presença da druida. Morrigan pode perceber que as chamas que eles utilizavam conseguia iluminar totalmente o caminho. Ela prosseguiria com eles? Pois pode perceber que existia outra entrada a 100 metros daquela em que ela estava perto. Mas talvez precisaria de alguma iluminação para ampará-la pelo caminho, poderia se aproveitar da deles ou talvez pudesse arrumar alguma.
Status:
 

OFF: Não entendi bem o histórico que o Buggy fez pra vc na parte de bebida e comida. Quanto ao meu post, como é o primeiro, ainda estou me adaptando a história. Qualquer critica será bem aceita. Vamos lá!
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ADM.Noskire

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MensagemAssunto: Re: The Witch of the Wilds   Qui Fev 04, 2016 11:14 pm


Post: 06 Localização: Naturia


Encontro

Embora tenha achado um exagero o dono do bar ter-lhe dado costelas como comida de viagem, Morrigan não era nem um pouco parecida com as mulheres da cidade, donzelas em perigo ao seus olhos. Abriu a pequena vasilha e com suas mãos tirou uma das costelas, sujando seus dedos brancos e esguios com o molho, mas sem se importar. Mordeu e sentiu a carne desprender-se com facilidade, o molho sujando seus lábios carnudos. Para sua surpresa, estava uma delícia. Nunca imaginou que uma espelunca daquelas poderia lhe proporcionar algo tão bom. "Vai ver a sujeirinha dá um toque no gosto..."

Arrancou a carne do osso em grandes mordidas. Ao terminar, girou o osso nas mãos por um momento, observando-o. Ainda tinha um pouco de carne e, portanto, chupou-o avidamente. Ao tirar toda a carne e molho do osso, jogou-o fora com um movimento amplo. Talvez algum animal se satisfizesse com suas sobras, mas não queria que nenhum viesse até seus pés ou pior. Pegou mais uma das pequenas costelas e comeu-a assim como a primeira, até deixar apenas o osso e arremessá-lo para longe também.

Sorveu o vinho e deliciou-se com cada gole, cada segundo que aquele líquido ficava em sua boca, acariciava a sua língua e descia por sua garganta, queimando-a levemente. Com um pouco de esforço, virou a garrafa e fechou-a, com um largo sorriso na boca. "E esse nem é dos melhores..." Imaginou-se rica, comprando as melhores garrafas de vinho que o dinheiro pode pagar. "Serei uma mulher muito feliz quando isto ocorrer." Deu mais um sorriso para si mesma e guardou tudo na sua pequena bolsa lateral. Se levantou sem esforço e deu alguns tapinhas em sua roupa, para limpar a poeira dos degraus da sua roupa.

No início, subiu os degraus com leves pulinhos, brincando consigo mesma. A única escada que já vira tinha dois degraus e era a entrada da casa de Flemeth. No entanto, não demorou a perceber que a subida seria maior do que pensou a princípio e que aquilo a cansaria rapidamente e, portanto, diminuiu o ritmo. No caminho, distraída, passou a assobiar uma canção qualquer que lhe veio à mente.

♪ We're blinded~ ♪
♪ So we're hiding ♪
♪ Dying to be. ♪

♪ We're hiding ♪
♪ From the fighting, ♪
♪ Longing to see. ♪

Interrompeu-se no topo da escadaria. Tanto por não se lembrar o resto da música, quanto por perceber que não estava sozinha. Sentiu seu rosto quente enquanto um rubor subia da base do seu pescoço até o topo de sua cabeça e um arrepio passava pela sua coluna. Nunca haviam lhe ouvido cantando e não pretendia mudar isto agora. Embora fosse algo ilógico até mesmo para a druida, sentia-se incrivelmente constrangida só de pensar em alguém a ouvir cantar.

Esperou aflita pela reação do trio que a encarava, mas apenas o mais velho lhe dirigiu a palavra. "Quem é você?", ele indagou. Após alguns segundos com sua mente processando informações freneticamente, decidiu que eles não a haviam escutado. Suspirou profundamente aliviada, curvando-se levemente para frente e tudo. "Ainda bem que cantei baixinho..." Mesmo assim, esperava estar só ali, será que o trio tivera a mesma ideia que ela?

— Vamos Senhor e Senhorita! Não temos tempo a perder com mais ninguém. Peguem suas coisas e vamos logo fazer essa pesquisa.

Quem falou por último era um elfo alto e forte, o que não era muito comum, pelo pouco que a jovem sabia daquela raça. Pensava que todos fossem esguios, talvez até mais do que ela. "Talvez ele seja uma exceção. Ou talvez eu esteja errada." Embora achasse muito improvável ser a última opção.

Diferentemente do elfo, o velho e a mulher vestiam-se de forma excêntrica e pareciam ter personalidades análogas. Desdenhou-os mentalmente e voltou-se para o elfo, que parecia ser o único que sabia o que estava fazendo ali. Observou-o com mais cuidado, interessada. Vestia uma longa capa, o que a impedia de confirmar se ele estava armado ou não, embora apostasse que sim. Parecia velho, até mesmo para um elfo, o que indicava um vasto conhecimento e poder de combate, se ele fosse de fato um guerreiro como a jovem suspeitava. Com certeza alguém melhor como aliado do que como inimigo.

— Você pode me chamar de Morrigan. — Disse, ainda olhando para o elfo, embora não fosse ele que lhe tenha feito a pergunta. Olhou ao redor por um momento. Aqueles três não pareciam fazer parte daquele lugar, assim como ela, e, portanto, indagou: — E vocês? Intrusos ou exploradores?

Percebeu que a entrada do templo levava a escuridão e que o trio havia meios de transpor aquele desafio. Portanto, independente da resposta — até porque ela não teria nenhuma importância por enquanto —, seguiria os três, afastada do grupo o máximo possível sem deixar de ver onde pisava.

— Então... O que buscam aqui? Se tivermos objetivos distintos, podemos nos auxiliar em nossa busca. Se não..."Eu posso matá-los!"Podemos pensar em algo.

Ouviria a resposta com atenção e pensaria nas suas opções, mas continuaria seguindo o trio. Não havia muito mais o que fazer num corredor escuro, quando não possuía meios de clarear e escolher seu próprio caminho.

Legenda:
Narração (#FFFFFF)
— Fala (#CA8E86)
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Última edição por ADM.Noskire em Ter Fev 09, 2016 12:22 am, editado 1 vez(es)
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Drako

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MensagemAssunto: Re: The Witch of the Wilds   Sex Fev 05, 2016 4:43 am


Dos três que estavam à sua frente, Morrigan observou mais o elfo. Ele parecia velho até mesmo para um elfo segundo as suas percepções, o que provavelmente mostrava que tinham muito tempo que conhecia habilidades. Aparentemente ele não gostava da druida, o que era muito difícil de acontecer. Na grande maioria das vezes Morrigan não passava nenhum desconforto para as outras pessoas, pois não passava uma imagem de perigo. A garota druida respondeu o seu nome, e em seguida fez questionamentos aos três quanto ao motivo deles estarem ali, e logo teve sua resposta.

Mulher –Viemos aqui para explorar e elaborar um livro sobre a história que aconteceu aqui. E você?

Antes que Morrigan pudesse falar qualquer coisa, o elfo falou em sua frente para a mulher.

Elfo –Senhorita por favor, não fale com essa mulher. Não a conhecemos, é melhor não confiar.

A mulher fez uma cara de desagrado por ter que seguir o que o elfo disse. O velho parecia se manter imparcial, não opinando em nenhum momento. Aparentemente o Elfo dava instruções para os dois, e eles obedientemente acatavam. Morrigan enquanto seguia-os voltou a perguntar sobre o objetivo deles e teve uma resposta grossa por parte do elfo.

Elfo –Senhorita vai cuidar de sua vida e nos deixe em paz!

Enquanto os três desconhecidos andavam, a garota druida ainda continuava a segui-los. As luzes que eles tinham em mãos era de grande proveito para ela, e desta forma ela considerou melhor acompanhá-los. Todos andaram por alguns minutos por aquele corredor totalmente escuro, e depois seguiram um logo caminho descendo uma escada de grande escala. Porém depois de um tempo Morrigan conseguiu ver uma forte luz vindo de onde provavelmente era o final da escada. O velho e a mulher demonstraram ações de estarem ansiosos para chegar ao lugar que provavelmente pretendiam. Mais um minuto de caminhada e todos chegaram ao mesmo tempo na enorme área que havia dentro do templo. Era possível ver que a forte luz vinha de cristais rubros que estavam fincados na terra e rochas, e eles estavam por toda a parte. Também era possível perceber pequenos templos que ficavam em grandes pedras, aparentemente sendo o dormitório dos antigos moradores. Mas os quatro tiveram uma grande surpresa ao ouvir vozes sendo emitidas de um dos prédios que estavam ao solo. Não era possível conseguir escutar o que estava sendo pronunciado, mas era perceptível que uma das pessoas estava chorando. Foi nesse momento que o Elfo disse:

Elfo –Esperem aqui, algo está errado! E não se esqueçam, não toquem nos cristais venenosos.

O elfo começou a andar na direção do casebre, e retirou de algum lugar escondido de baixo da sua capa uma adaga. O velho e a mulher pareciam estar assustados com tudo aquilo. Quando o elfo entrou dentro do prédio as vozes cessaram, mas depois de um tempo voltaram e a voz do acompanhante do velho e da mulher estava misturado junto a conversa.
Dentro do Templo:
 
Status:
 

OFF: Tinha esquecido, rsrs!
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ADM.Noskire

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MensagemAssunto: Re: The Witch of the Wilds   Ter Fev 09, 2016 12:49 am


Post: 07 Localização: Naturia


Templo Carmesim

De acordo com a mulher de veste espalhafatosa, eles foram ali apenas para escreverem um livro sobre o local. Se isto fosse mesmo verdade, poderia usá-los sem nenhum confronto no final. "E ainda poderei pegar tudo de valor para mim." Isso que era unir o útil ao agradável.

Por falar em agradável, o elfo era o oposto disso. Por algum motivo desconhecido para a jovem druida, ele se opunha completamente à ela ali. E, mais uma vez, impediu que os outros dois falassem com ela. Apesar da resposta grosseira, Morrigan deu um largo sorriso, falando para o elfo logo em seguida:

— Qual o problema? Por acaso você teme que eu farei bárbaros aparecerem do nada para atacá-lo?

Para dar enfase, falaria com uma voz mais arrastada e moveria as mãos, como se tentasse cercar e esmagar algo. Mas daria outro largo sorriso depois. Apesar disto, não obteve resposta e nem foi expulsa do grupo, então continuou os seguindo, utilizando da luz que eles tinham.

A caminhada foi longa, o que a jovem não esperava. Quando ouviu falar do templo, imaginou algo ao ar livre. Quando o viu pela primeira vez, na base da escadaria, pensou o mesmo. Então por que um corredor tão escuro? "Não eram os anões que viviam assim?" Imaginou se antes haviam tochas ali, iluminando o caminho agora tão escuro e cheio de sombras.

Sem muitas opções, permaneceu ao alcance da tocha, andando lentamente e afastada, até mesmo quando puderam ver o que parecia ser o fim do túnel. Esperava sair ao ar livre, mais uma vez, com um vasto céu sobre sua cabeça. No entanto, estava enganada novamente. Encontrava-se no subterrâneo, cercada de construções e cristais carmesins.

A princípio, observou os arredores: Uma grande escada, construções por toda a caverna e a chance de tudo desabar e matá-los. Depois concentrou-se nos cristais ao seu redor. "Eles podem me ser úteis..." Não pareciam pedras comuns, tinha algo de diferente neles, podia sentir. E podia de fato usá-los para criar um cajado. Com os cristais e mais alguns itens...

— ...Não toquem nos cristais venenosos.

Morrigan estancou, desanimada. Apesar de tudo, preferia acreditar no elfo do que testar a sorte. Estalou a língua em desagrado. "Isso não me impede de usá-los, mas preciso pensar numa forma segura de fazer isto." Enquanto refletia sobre o que fazer, o elfo se afastou e entrou em uma das casas, enquanto os outros dois permaneceram por ali, esperando.

Algo parecia estar errado no prédio em que o elfo entrou, mas isto não era seu problema e, portanto, aproveitaria o momento para dar uma volta próximo da saída do túnel, em busca de algo de valor. Talvez encontrasse mais algum outro material para seu futuro cajado. Depois de certo tempo, pareceu que o elfo havia resolvido o problema e conversava com alguém. Com seu tom de desdém, Morrigan falou:

— E então... Vão permanecer aqui fora enquanto ele toma um cafezinho? Se eu deduzi corretamente e vocês o contrataram, não deveria estar acontecendo o oposto?

Independente da resposta, daria de ombros e iria atrás do elfo. Encontrando alguém, talvez o morador dali, diria:

— Pelo o que me falaram, pensei que este lugar estaria vazio, mas não paro de encontrar pessoas. Quem é você, por sinal?

Esperaria pela resposta e mais uma vez aproveitaria o momento para observar os arredores, em busca de algo interessante. Após um momento, teve uma ideia. Se dirigiria ao elfo mais uma vez, indagando:

— Por acaso você não saberia como eu posso pegar alguns daqueles cristais para mim, sem ser infectada, é claro?

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MensagemAssunto: Re: The Witch of the Wilds   Sex Fev 12, 2016 1:04 pm


Morrigan demonstrou desejo de ter um dos cristais carmesins, mas logo descobriu que era perigoso tentar obter um. Quando o elfo entrou na casa para tentar descobrir o que estava acontecendo, a druida apenas decidiu dar uma volta para tentar encontrar algo de valor, mas não teve sorte. Logo depois ela pode ouvir que o elfo conversava com alguém dentro da casa. Morrigan tentou fazer uma intriga entre os desconhecidos que estava perto dela e o elfo que estava na edificação próxima, porém teve a seguinte resposta:

Velho –Certamente ele está vendo se o local é seguro para a gente senhorita.

A druida então decide ir ao encontro do elfo, e logo adentrou na casa. Entretanto quando ia falar acabou perdendo a sua reação devido ao que viu, até mesmo para Morrigan aquilo seria uma surpresa. Duas garotas estavam presas em gaiolas de aço cada uma, a prisão tinha tamanho proporcional, o formato era redondo e estavam suspensas por correntes ao teto. A altura que estava suspenso do chão era apenas de um metro, sendo mais que suficiente para elas não terem nenhum contato com o chão. Uma delas estava choramingando, e aparentava ter cerca de 15 anos (humana). A outra tinha por volta dos 25 anos (humana) e estava com uma grande barriga. A garota mais velha ao ver a druida dirigiu-lhe a palavra.

Garota 1 –Por favor, tire minha irmãzinha daqui. Ajude seu amigo aqui, por favor!

Morrigan então pode perceber que as gaiolas estavam trancadas com um cadeado grosso. O Elfo estava próximo com a sua adaga ao que prendia a menina mais nova, e tentava fazer com que a trava abrisse, mas aparentava não ter sucesso. Quando a druida fizesse a pergunta quanto o retiramento dos cristais, o elfo responderia de forma irritada:

Elfo –Ninguém nunca conseguiu retirá-los por estar bem firmes ao solo. E muitos deles morreram na tentativa, então não seja burra de tentar. Agora ver se consegue abrir o cadeado que ta prendendo a outra gaiola, só assim vamos salvá-las antes que eles cheguem, e dar o fora daqui!

O Elfo parecia estar nervoso com toda aquela situação. Talvez ele não fosse forte como Morrigan tinha imaginado, ao contrario não estaria tão inseguro como aparentava.
Gaiola:
 

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