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 No Exit

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Minki

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MensagemAssunto: Re: No Exit    Ter Fev 16, 2016 4:26 pm




No Exit

O dia anterior de Minki havia sido realmente diferente e cansativo, mas foi uma aventura que ela não gostaria de esquecer nunca, conhecer musas do vento, um soldado do exercito, e uma mulher que havia feito as esperanças da menina sumirem sobre relacionamentos.

Ela abriria seus olhos assim que acordasse, espreguiçando seu corpo pequeno e magro, havia colocado na cabeça assim que dormiu, que não iria se envolver mais com exercito, ou com qualquer pessoa dele, isso inclui Edric, o rapaz em que ela se interessou romanticamente.

"Acho que é muito mais divertido salvar e ajudar pessoas do que correr o risco de nada dar certo com um homem. De agora em diante vou sair para caçar e proteger Aura."

Ela pensava, logo depois levantaria da sua cama e iria em direção ao banheiro de sua casa, entraria pela porta e a fecharia, tirando as poucas roupas que dormiu e tomando um banho bom o suficiente para sair limpa e cheirando bem. Se no banheiro não houvesse água ou estivesse com algum problema, ela iria até seu quarto coberta pela toalha e vestiria uma roupa decente para ir até seu restaurante, e direcionaria-se para la, assim que chegasse pegaria um balde ou qualquer coisa que pudesse acumular agua e enxeria na torneira velha do restaurante, se na torneira não tivesse agua ou estivesse com algum problema, eu deixaria de tomar banho e apenas me limparia com um pano, tirando a sujeira visivel do corpo.

Assim que já estivesse apresentavel, ela voltaria a começar mais um dia de sua vida, tinha que cuidar do restaurante, e como queria sair para caçar e proteger Aura, deveria deixar ele sendo cuidado por alguém, a menina também pensava em investir no estabelecimento, era a forma mais facil para ela de ganhar algum dinheiro sem se preocupar muito, mas não sabia muito como fazer o negocio crescer.

"Eu vou limpar isso tudo e abrir logo, as pessoas precisam saber que meu restaurante existe, e que eu tenho comida e bebida para muita gente aqui, o velho me deixou algo e eu preciso aproveitar."

Então ela faria, pegaria pano, vassoura, rodo e um balde de agua com sabão, e começaria a limpar o chão do restaurante, passaria primeiro a vassoura para tirar o grosso da poeira, e depois passaria o rodo com o pano molhado, deixando o lugar bastante apresentavel, arrumaria tudo a sua volta e passaria um pano seco por onde encontrasse poeira, e arrumaria a bancada em que tomou uma bebida com Edric.

Ela abriria as portas logo depois de limpar o local, guardando o material de limpeza antigo e indo para trás do balcão esperando que alguém entrasse, esperaria até 1 hora por ali, se ninguém entrasse, ou seja, não houvesse cliente, Minki iria até a frente de seu restaurante, e começaria a falar para os viajantes que passavam pela rua de Aura, claro que sem atrapalha-los, apenas se houvesse uma oportunidade:

- Gostaria de fazer uma refeição ou beber algo?


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Minki

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MensagemAssunto: Re: No Exit    Qua Fev 17, 2016 6:20 pm




No Exit

Assim que a menina abriu a porta deu de cara com o soldado do dia anterior, Edric parecia estar esperando o restaurante abrir a muito tempo, e a menina estava surpresa de encontra-lo logo ali, e tão cedo. Assim que ele a viu sorriu de forma sincera, deixando claro para Minki que ele gostava de ve-la.

- Bom dia, Minki... - Edric falava enquanto entrava no restaurante.

A menina estava surpresa de mais para fazer algo, apenas deu espaço para que ele entrasse, ela estaria até um pouco assustada por ele estar parecendo um tipo de perseguidor nesse instante, mas ainda se sentia segura na presença de Edric, mesmo que seu interesse amoroso houvesse se dispersado. Ele se aproximou da menina, dizendo:

- Desculpa por ontem... não queria sair daquela forma.... Sat é minha amiga de infância e tem um pouco de ciúmes de mim... - Ele olhava para baixo, coçando o pescoço.

"Pensei que fosse alguma namorada dele, bom isso não me importa mais, decidi não me envolver com homens talvez deva manda-lo embora... De jeito nenhum eu poderia fazer isso com alguém tão gentil como ele, ele veio até aqui para se desculpar."

- Não tem problema, acho que se não deu certo não era pra dar. - Ela sorriria demonstrando gentileza. - Não precisa se desculpar...

Edric sorriu também, só que parecendo bem mais nervoso do que a calma Minki, ele a olha nos olhos e ela acompanha sua expressão, se sentindo sem jeito.

- Estou com fome... Poderia me preparar algo para eu almoçar? O prato de Hoje? - Ela arregalou os olhos.

"Almoço? Como pude dormir tanto? Pelo menos posso abrir em horario de almoço para que os visitantes se interessem por comida. Oh! Edric também precisa comer, ele deve ter esperado tanto para que eu abrisse a loja."

- Sente-se - Falaria ela apontando para uma das mesas perto da bancada, ainda sorrindo, iria até a cozinha, mas antes de entrar olharia uma ultima vez para ele e diria. - Vou dar o meu melhor.

Piscaria logo depois com um dos olhos, e virando-se para a cozinha rindo, andaria até os armarios e procuraria por alguns ovos, e pegaria 3, se não houvesse ovos correria em algum lugar proximo para comprar, coisa que não deve ser de dificuldade achar e voltaria para a cozinha rapidamente. Pegaria uma panela ou lugar onde poderia usar para esquentar sua comida, e ligaria/esquentaria o fogão - a lenha no caso - colocaria a panela para esquentar e pegaria o óleo ou margarina, dependendo do que encontrasse nos armarios, e levaria uma quantia pouca para a panela, mas suficiente para fazer bom uso, deixaria o óleo ou margarina esquentando e procuraria por queijo nos armarios, se não houvesse queijo tiraria a panela do fogo colocando em uma das bocas do fogão a lenha que não estivesse sendo usado, ou em algum lugar seguro, e iria ao comércio mais proximo para comprar, voltando rapidamente para cozinha.

Levaria a panela ao fogo, ou de volta ao fogo, pegaria sal em algum armario - não faltaria sal em um restaurante - e jogaria todos os ingredientes, mexendo-os até se misturarem, mas não usaria todo o queijo, deixaria um pedaço fora, e depois deixaria o omelete fritar bem, mas não a ponto de torrar ou ficar ruim. Enquanto estivesse fritando a menina procuraria algum prato e copo pelos armarios, deixaria o prato em uma mesa ou lugar de apoio que estivesse na cozinha, e o copo iria encher de cerveja para levar até Edric, deixaria em sua mesa e diria:

- É para acompanhar. - E sairia sorrindo de volta para cozinha.

Esperaria o omelete ficar bom e o retiraria da panela, levando com algum talher e muito cuidado para não se queimar, pegaria a parte do queijo que não usou e colocaria em um dos lados do omelete quente para que derretesse sozinho, enquanto isso procuraria nos armarios algum tomate, se não houvesse tomate sairia para comprar novamente, e voltaria correndo com apenas 1 tomate para cozinha, cortaria ele em varias fatias usando uma faca e colocaria metade das fatias junto com o queijo derretido no omelete, logo depois dobraria o omelete com cuidado para que todos os ingredientes ficassem juntos e encaixados, colocando uma folha pequena de coentro em cima, se não houvesse coentro não usaria.

Assim que pronto, Minki levaria o prato com cuidado para o restaurante, daria passos calmos até Edric e colocaria o prato em sua frente, verificando se sua cerveja havia acabado, falaria logo depois:

- Desculpe a demora, quase ninguém vem aqui, então faz tempo que não preparo algo decente para comer. - A menina explicaria um tanto envergonhada, e logo depois pegaria o copo do rapaz caso estivesse vazio e o levaria para enxer novamente de cerveja.


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Minki

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MensagemAssunto: Re: No Exit    Qui Fev 18, 2016 9:23 pm




No Exit

Ela foi para trás do balcão logo depois de receber vários elogios de Edric, o que como sempre, deixou-a bastante corada. Ele comia rapidamente e a menina podia ver sua fome, Minki observava a situação sorrindo, percebeu que Edric parecia se engasgar, ele tossiu colocando a mão na boca e tomando quase toda a cerveja. A menina foi até ele para ver se estava tudo bem, mas logo quando se aproximou viu que ele havia virado o omelete e certa parte de seu trabalho culinário - quase perfeito - havia queimado. Ela corou, mas ele não pareceu ligar, apenas comeu a parte que não estava queimada, cortando-a com a faca para separar.

Assim que terminou ele levantou-se, tomou o resto da cerveja em um gole, parecendo apressado, a menina o encarou, e ele aproximou-se.

- Minki hoje estou de folga e... - Ele riu, e ela pode notar que ele também estava envergonhado. - Achei uma oportunidade de serviço, um velho rico teve um problema, criaturas mágicas que ele criava acabaram saindo do controle...

A garota não havia ouvido as ultimas palavras pois havia notado algo chão, mas logo voltou a encara-lo, pois o mesmo havia ficado de calado, o que era como uma bronca para ela, que sorriu sem graça.

- O velho não detalhou quantos monstros ou até mesmo que monstro é, por isso é um serviço arriscado, e não tenho certeza se consigo lidar com os monstros sozinho... - A menina se distraiu novamente, Edric sorriu e a pegou pelo queixo, puxando-a levemente para seu olhar, ela corou sendo guiada pela sua mão. - Não á ninguém que eu confie minha vida mais do que você,nem no exercito e nem na minha vida particular com meus amigos, então gostaria de saber se você não iria completa esse serviço comigo, dividiremos o dinheiro, metade pra mim e metade pra você, o que acha?

Ele a soltou a fazendo ficar como um tomate, e mal prestar atenção no que ele falou a seguir. Seu coração parecia acelerar por estar tão próxima de Edric, mas havia concordado consigo mesmo que não daria atenção a uma leve paixão, e focaria apenas em crescer como animorfo e ganhar ouro com seu restaurante.

"Como posso não dar atenção para um cara como ele? É quase impossivel para mim, e ele parece sempre saber o que eu quero, penso em trabalho, e ele me oferece trabalho."

Pensaria perdida em sua própria mente, ela queria ter uma resposta, apesar de travar uma batalha em sua cabeça, pois sabia que se fosse com Edric as coisas seriam muito mais intensas do que ela queria para si, porem era sua melhor oportunidade por agora. Sem que ela percebesse por estar distraída, ele foi até um banquinho e encostou-se, talvez esperando uma resposta. Ela piscou e o encarou, pensando no que dizer, mas foi surpreendida por um belo tombo de Edric, pois o banquinho em que o mesmo estava, havia quebrado.

- Meu Deus. - Ela riu tentando disfarçar e correu até ele.

Ele estava sentado dando risada de seu próprio mico, ela tentava não rir, mas uma risada leve poderia passar por seus lábios. Ele ofereceu sua mão direita para ela, que pegou sorrindo e ajudou-o a levantar, fazendo com que ambos ficassem de mãos dadas em pé.

- Então você topa? - Ele perguntou.

- Eu... - Ela respirou fundo, tomando sua decisão. - Eu com certeza vou.

- Pela comida. - Disse o rapaz, lhe dando 10 moedas de ouro.

- Obrigada, eu vou pegar minhas coisas. - Diria ela sorrindo e guardando o dinheiro no seu bolso do short.

Logo depois a menina se direcionaria a sua casa, iria rápido pois não gostaria de deixar Edric esperando, já havia feito ele esperar de mais por sua refeição. Assim que chegasse, ela partiria em busca de sua adaga, pegaria uma mochila velha que não usava a muito tempo e nem lembrava direito onde estava guardada, mas procuraria por toda a casa até encontrar enfim colocaria a adaga na mochila, alguns panos que encontrasse limpos também seriam uteis, então ela guardaria na mochila - caso não encontrasse levaria adaga na mão direita e desistiria dos panos -. Iria até o restaurante e procuraria por algum cantil de água, assim que encontrasse enxeria-o e guardaria-o em sua mochila, ou em um bolso. Se não achasse o cantil iria direto a Edric com uma expressão cansada por tentar se aprontar tão rapidamente.

- Acho que não há muito o que pegar. - Diria desviando o olhar. - Vamos?

Perguntaria e se ele respondesse sim, sairia pela porta da frente, e a menina trancaria o restaurante, fechando-o por hoje. Se ele quisesse dizer algo ela ouviria enquanto olharia firmemente para seus cabelos negros, tentando não se distrair. Se ele disser não, sem dizer o motivo, perguntaria um sonoro:

- Por que não?


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Minki

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MensagemAssunto: Re: No Exit    Sab Fev 20, 2016 1:23 pm




No Exit

A mochila velha de Minki já tinha tudo que a mesma queria, não precisava de muito, nem sabia o que precisaria direito pois Edric não havia especificado qual era o inimigo, ou quantos eram, então ela se contentou com o basico, e já desceu para encontra-lo com tudo pronto, e seu cantil de água cheio. Ela o chamou para irem, não percebendo que parte de seu cabelo havia se bagunçado e cobria uma pequena parte do seu rosto, o rapaz não perdeu tempo em arruma-lo com sua mão direita gentilmente, ele passou os fios castanhos para trás da orelha dela a fazendo sorrir.

- Agora vejo que fiz a escolha certa... - Eles se encararam, Minki podia ver a expressão apaixonada no rosto do menino, mas acabaria por desviar o olhar.

Eles se direcionaram para fora do restaurante, e a menina o trancou antes de partir de vez, Edric pegou sua mochila, uma mochila que humilhava a pequena e velha "bolsinha" de Minki, ela percebeu que ele sinalizava para um soldado próximo, em agradecimento, e voltaria a encara-lo.

- Por que ele não pode nos acompanhar também? - Perguntaria ela curiosa, se referindo ao soldado que vigiava a bolsa.

- A caminhada é longa. - Disse ele, começando a andar pela rua central de Aura.

A menina o acompanha, observaria as coisas ao redor, tentando prestar atenção em Edric para não se afastar muito durante o caminho. E logo estavam eles no portão da cidade, os soldados bateram continencia ao rapaz, deixando ambos passarem pelo portão sem problema algum. Enfim começaram a caminhar sobre a ponte movimentada de Aura, tudo chamava a atenção de Minki, os animais passando, os comerciantes que pareciam cansados, a paisagem da ponte, as pessoas de diferente rostos e jeitos, ela sorriria ao observar por elas, esquecendo do rapaz ao seu lado por algum tempo.

A menina virou a cabeça por um momento, vendo Edric sorrindo para ela, imaginaria ela o motivo de seu sorriso, apenas retribuíu e voltou a caminhar pela ponte, que era no minimo extensa. Demorou certo tempo para atravessarem, Minki não sabia certamente quanto, mas pensava que com certeza se passaram menos que uma hora.

Assim começaram a se afastar da ponte, cada vez mais passos distantes, adentrariam por uma estrada cercada por floresta, o que parecia bastante suspeito para a menina, que mal havia saido de Aura durante seus poucos anos de vida. Mas apesar de ser um lugar desconfortavel, ela sentia-se segura perto de Edric. Após 3 horas de viagem, Minki podia notar que seu cantil já estava na metade, entretanto só ela havia bebido, o que a incomodava de certa forma.

- Você deveria beber. - Ela falaria baixo, talvez tão baixo que o rapaz não escutasse.

Edric parou, e Minki faria o mesmo, esperando-o confusa.

- É por aqui!! - Ele indicou uma trilha.

Se direcionou a ela, tomando a liderança, e a menina faria como deveria ser feito, seguindo-o logo atrás, tentando não se distrair com a paisagem e insetos que provavelmente teria no local. Juntos andaram por pelo menos 2 horas, ouviam sons de animais pela volta, o que não assustaria a garota - que é uma animorfa -, obviamente. Apreciaria a atitude de Edric de retirar a cobra do caminho, a pegando e a soltando longe da trilha, sorriria para ele que não havia pensado em mata-la.

O sol já estava se pondo, e finalmente o rapaz havia encontrado um lugar para que pudessem descansar, Minki queria não demonstrar, mas estava cansada por andar tanto. Ela observaria ao seu redor, a região em que Edric havia encontrado, não havia muitas arvores e a grama era baixa, ela beberia um pouco da água do cantil assim que se acomodasse, pois queria manter-se sem sede alguma, e logo depois esticaria o braço para dar o cantil para Edric.

- Esse é um bom lugar para acampar, pode fazer fogo e montar acampamento enquanto caço um animal para comer? - Perguntou ele, ela acenaria positivamente com a cabeça.

- Antes de ir tome um pouco. - Pediria balançando o cantil em sua mão. - O resto da água é pra você.

Se ele aceitasse, ela sorriria e deixaria que levasse o cantil para sua caça, para que se mantesse disposto. Se negasse e deixasse a menina com as mãos abanando, ela abaixaria a cabeça colocando seu cantil de volta na bolsa entristecida. E então assim que ele adentrasse a floresta a procura de comida, ela iria atrás de gravetos ou madeiras secas e carregaveis, juntaria uma quantia suficiente em um lugar estratégico e decente, se encontrasse algo mais facil para fazer fogo ela pegaria. Começaria a limpar uma pequena área arredondada no chão ao lado de onde o material recolido estava, para não colocar fogo na floresta toda. Cavaria/rasparia esse lugar arredondado até chegar na pura terra, usaria sua adaga para não sujar tanto as mãos, e armaria sua fogueira com os gravetos e/ou madeiras em cima desse lugar de terra. Faria um ninho com elas, deixando algumas madeiras deitadas para poder equilibrar a caça ali, e começaria a projetar o fogo, pegando duas madeiras e começando a fazer a tecnica que aprendera com seus falecidos pais animorfos para obter fogo com atrito.

Se mesmo assim não conseguisse fazer fogo, deixaria as madeiras ali e esperaria que Edric voltasse para ajuda-la com isso, bastante constrangida por sua inutilidade. Partia depois da fogueira para o mais importante, o acampamento, o qual a menina não tinha muitos recursos para montar, mas esperava que o rapaz tivesse tudo em sua mochila, e assim iria até ela a abrindo e procurando coisas para fazer o acampamento.

Assim que encontrasse, retiraria todo o material da mochila e começaria a montar da forma que sabia, não tinha muita experiencia nesse tipo de coisa, mas imaginava não ser tão dificil. Tentaria colocar tudo em volta da fogueira, com uma certa distancia é claro, para que não pegue fogo em tudo.

"Edric deve andar sozinho, não deve haver espaço no acampamento para mim, eu vou ter uma péssima noite nessa floresta."

Pensaria enquanto estivesse montando o lugar onde dormiria o rapaz. Assim que terminasse - ou se não conseguisse montar - esperaria o rapaz sentada na grama baixa, olhando para o céu distraida. Se ele não chegasse em até meia hora depois de começar a esperar, a menina iria adentrar na floresta a sua procura. E se Edric chegasse observaria sua situação, e iria até ele rapidamente.

- Como foi? - Perguntaria, arrumaria sua luva avermelhada, e o ajudaria com o que fosse preciso.


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WereMonkey

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MensagemAssunto: Re: No Exit    Sab Fev 20, 2016 2:45 pm

- Malditos – Diria Cynthia,  abraçando-se para manter o calor do corpo – Se aqueles malditos não tivessem colocado mais guardas para protege-los eu não precisaria estar nesse fim de mundo – Ela estava tremendo um pouco, não estava acostumada a passar frio, pois sempre estava enrolada em blusas quentes e caras – Quanto tempo falta pra chegar nessa maldita cidade? – Pisava forte enquanto andava, estava brava por ter que abandonar sua vida de luxuria, ou quase, por estar sendo procurada pelos guardas de Naspera – Uh... – Tremia mais um pouco, enquanto passava a mão esquerda no braço direito e vice versa – Preciso me esquentar – Olharia em volta para ver se estava chegando na cidade, se não estivesse, teria que contar com um pouquinho de sorte para encontrar alguém por ali que ela possa tirar proveito, continuaria a andar, olhando ao redor na procura de alguém.

Se encontrasse com alguma pessoa, iniciaria uma conversa – Olá – Sorriria, olhando a pessoa de cima a baixo – O que faz aqui? – Olharia ao redor para ver se mais ninguém estava por ali Se perguntasse seu nome diria – Meu nome? Bem, poderá saber se me disser o seu – Sorriria novamente e caso a pessoa disse-se o nome dela, ou insistisse muito para saber quem ela era – Cynthia, muito prazer...- Abaixaria a cabeça e fecharia os olhos, como um gesto cortês, depois voltaria a cabeça a posição inicial e abria os olhos enquanto completaria – Benzinho... – Manteria o sorriso no rosto enquanto continuava a conversar – Por um acaso, você não teria uma blusa ai? Ou quem sabe uma fogueira?- Inclinaria um pouco a cabeça para a direita enquanto mantinha o sorriso, e claro, a passar as mãos nos braços para se manter quente. Se a pessoa tivesse uma blusa, ela pediria para poder usar-la – Posso usa-la? Prometo devolver – Ou, caso tivesse um acampamento por ali, pediria para que a levasse até o mesmo – Poderia me levar ao seu acampamento? – Olharia nos olhos da pessoa enquanto pedia, lançaria um lançar de coitada, mas que não chegasse a ser vagabunda ou mendiga. Acompanharia a pessoa até o acampamento se ela tivesse um, ou mesmo se só tivesse a blusa.
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MensagemAssunto: Re: No Exit    Dom Fev 21, 2016 10:01 pm

Já era noite, e sozinha a adorável Cynthia vagava perdida por uma estradinha de terra, esperando que a mesma desse no seu destino inicial, a cidade de Aura. Estava frio, e como se não pudesse ficar pior, ele ainda podia ouvir uivos de lobos, pareciam estar próximos – Ah.. – tremia mais um pouco enquanto passava as mãos nos braços – Mas que droga... por que tinha que ter lobos por aqui?... ah... Espero que eles não me encontrem – Dizia enquanto continuava com os seus passos calmos pela estrada.

Cynthia andava, preocupada apenas se algum bicho a atacasse antes de chegar a cidade, foi então que ela ouviu um barulho “O que foi isso” pensou, virando seu rosto na direção que ela ouviu o barulho. Com seus reflexos ágeis, ela desviava de uma carruagem, que parecia estar fora do controle do condutor. A carruagem continuava, e fazia uma curva, criando um outro caminho. Cynthia chegava aonde havia o caminho normal que levava a Aura, e o caminho que a carruagem desgovernada passou que levava para dentro de uma floresta.

- Eu não vou entrar ai para dar na cara daquele maluco... – sussurrou para si mesma, enquanto olhava ao redor – Acho que já devo estar chegando – Conseguia avistar Aura, a luz da lua fazia a cidade tão bela, que fazia Cynthia esquecer por alguns segundos que podia ser atacada por algum lobo por perto. Ela olhava para a estrada que seguia até Aura – Vamos lá – Continuaria a andar reto até chegar em aura. Se não tivesse nenhum problema até chegar lá, adentraria a cidade e procuraria por alguma taberna, e la, usaria de seu charme para conseguir alguma coisa de algum homem que caísse em seu encanto. Caso achasse uma taberna, adentraria se estivesse aperta, se não, procuraria outra que estivesse. Quando dentro, se sentaria próxima ao balcão, e olharia em volta, lançando seu olhar charmoso e sedutor nos homens dali, esperando que algum deles viesse conversar com ela, se assim o feito, ouviria o que ele estivesse a dizer, enquanto soltaria pequenos risos simpáticos e fofos.

Se fosse parado no caminho para Aura por algum pessoa, repetiria as mesmas coisas que pretendia falar – Olá...O que faz aqui?...Meu nome? Bem, poderá saber se me disser o seu...Cynthia muito prazer...- E veria o que a pessoa tivesse a dizer então.
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Minki

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MensagemAssunto: Re: No Exit    Seg Fev 22, 2016 3:37 pm




No Exit


Edric aceitou o cantil que a menina balançava, e rapidamente bebeu todo o restante da água em poucos goles, deixando algumas gotas escorrerem pelo seu pescoço até a camisa, a qual Minki não deixou de observar um tanto quanto hipnotizada, mas logo parou de encarar a parte molhada de seu pescoço e voltou a encara-lo.

- Minki... - Ele esperou para ter certeza que a menina estava prestando atenção. - Isso conta como beijo indireto?

- Na... Não. - Gaguejaria ela, envergonhada, queria esquivar-se dessa situação com o soldado, mas ele voltou a olha-la nos olhos.

- Não gosto de você só por que você e linda... - Deu uma pequena pausa para chamar a total atenção dela, e continuou - Claro que isso também faz parte, mas eu realmente acho que estou apaixonado por você!!

A tensão do momento incomodava Minki. A voz forte de Edric, e seu olhar profundo não deixando ela escapar de suas palavras a faria sentir-se envergonhada a tal ponto de ter dificuldades para falar, e ela nem gostaria de tentar, sua sorte foi que ele não deu tempo para uma resposta e voltou-se para a floresta, indo para sua caçada. Ela manteria-se ali por um tempo, paralisada pela vergonha e pensamentos confusos que vinham em sua cabeça, enquanto ele caminhava para longe.

Assim que ele saiu, Minki limpou a mente e voltou-se para o que precisava fazer no momento, montar o acampamento e a fogueira. Demorou certo tempo, e a menina adquiriu um pequeno corte na mão durante o processo, pois não se saiu tão bem assim em fazer a técnica da familia, mas acabou por conseguir. Logo depois abriu a mochila do rapaz, retirando o saco de dormir de Edric, o que provavelmente seria o lugar onde ele passaria a noite, e ela ficaria na grama. Enquanto procurava pelo saco, pode ver varios itens acomodados, de comida até o que mais chamaria sua atenção enquanto vasculhava a bolsa, uma caixinha que parecia guardar alguma joia. Ela já havia acomodado a cama de Edric, e pensava em abrir a caixa, mas um barulho atrás de si a desconcentrou.

Ela guardaria o objeto onde o encontrou, e olharia para onde os sons vinham, e aumentavam. A garota podia ver uma forma monstruosa se aproximando, alta e musculosa, ela daria um passo pra trás um tanto assustada, percebendo que a monstruosidade vinha em sua direção.

"Por que sempre tem que aparecer um monstro? Só queria acampar em paz."

Ela respirou aliviada ao perceber que não era qualquer monstro, seu corpo chegaria a tremer em certo momento, mas ver que era apenas Edric com um urso em suas costas a faria recuperar suas forças e até mesmo sorrir para ele. O rapaz se aproximou da fogueira deixando o urso por perto, era um urso tão grande que ela pensava como o moreno havia matado tão rapidamente.

- Como foi? - Perguntou Minki olhando para o urso.

- O único animal que eu achei foi esse urso, então eu tive que pega-lo, não vamos conseguir comer ele tudo, mas outro animal vai comer ele quando a gente.. - Ela se distrairia com a paisagem ao seu redor, perdendo a ultima parte do que ele falará.

Mas voltaria a olhar para Edric que havia parado de falar sem motivos, ela poderia ver que sua mão ferida era alvo dos olhares preocupados do menino. Ele correu até sua mochila, a qual ela já sabia o que tinha, e pegou o kit de primeiros socorros.

- Não se preocupe, não foi nada. - Falaria ela olhando para o lugar machucado.

Ele pegou um pedaço de pano e um pote de vidro com um liquido que a menina não saberia identificar a primeira vista. Molhou o pano no vidro, e se aproximou dela que daria um passo para trás, assustada com a movimentação rapida do soldado. Ele pegou sua mão machucada, e delicadamente passou o pano pelo ferimento, fazendo a menina soltar um leve ruido pela dor.

- Isso é álcool, é usado para não infeccionar... Não quero que você pegue uma infecção. - Explicou para menina que o observaria boba. Ele cuidava do ferimento com muito carinho, tratando-o.

- Obrigada, não precisava se preocupar. - Ela falaria sorrindo gentilmente.

Edric agora partia para o urso, usando uma adaga que prendia-se proxima a sua cintura para retirar parte da pele do urso, Minki observaria, pensando como parecia fácil para ele fazer isso com o animalzinho. Assim que terminou com a pele, ele retirou dois pedaços de carne do urso, dois pedaços pesados de carne, e os espetou cada um em uma madeira diferente, virando-se para a menina que já teria se distraído com outra coisa a uma hora dessas.

- Não sou bom na cozinha, então poderia cozinhar? - Perguntou o menino, sem jeito. - Tenho Alguns temperos em um dos bolsos da minha mochila... pode usa-los.

- Posso, vou tentar não queimar dessa vez. - Falaria ela sorrindo meio boba, enquanto ele armava um suporte sobre a fogueira, para esquentar a carne.

"Tenho que cozinhar a comida logo, tenho fome, e precisamos prosseguir com tudo o mais rapido possivel"

Pensaria ela, daria um primeiro passo em direção a mochila, mas pararia logo que visse Edric correndo até la, retirando a caixinha que antes a menina pensava em abrir, e guardando em um dos seus bolsos do casaco. Minki piscaria confusa, pensando se ele estava com medo que ela roubasse a joia, mas logo balançaria a cabeça deixando esse pensamento sair de sua cabeça, e iria pegar os temperos para preparar a carne que parecia deliciosa.

Ela avaliaria os temperos que ele tinha ali, e pegaria apenas os que fossem saudáveis para o intestino humano, e os gostosos ao paladar é claro. Levaria-os até perto da carne, em suas mãos, ou se fossem muitos temperos colocaria um pouco em seu bolso do short. Mas antes tiraria suas luvas vermelhas, e usaria um cantil de Edric para lavar as mãos e não deixar a comida ficar com muitas bactérias da terra. Guardaria o cantil logo em seguida, e voltaria a focar-se no urso.

Espalharia os temperos selecionados pelo primeiro pedaço grande de carne espetado na fogueira, iria fazer uma mistura em que o gosto ficasse agradavel para Edric - pelo menos era o que pretendia - e deixaria o outro pedaço sem nada de tempero, seria o que ela comeria, pois não se importava muito com esse tipo de coisa, como um animorfo que era, não tinha problemas em comer qualquer coisa.

Usaria suas mãos para amaciar a carne, e girar com ajuda do suporte que Edric havia montado, tomaria certo cuidado para não queimar nenhuma parte de seu corpo. Assim que tivesse temperado todo o pedaço que o rapaz comeria, deixaria cozinhando na fogueira até que estivesse no ponto ideal, se tivesse duvida na hora perguntaria:

- Assim está bom? - Para que o menino indicasse quando tirar a carne.

E assim que ele falasse quando tirar, se falasse, ela tiraria a madeira que espetava o pedaço da fogueira, e entregaria para ele a carne pronta e temperada, logo depois, iria até a mochila dele e pegaria um cantil de água para que o menino bebesse junto com a comida, se quisesse é claro. Pegaria o outro pedaço de carne do fogo que estaria mal preparado, apenas esquentado, e comeria, bebendo a água que pegará antes - caso ele negasse -, sentada perto do menino.

- O gosto é bom? - Perguntaria ela baixinho, se a resposta fosse negativa se envergonharia, mas se fosse positiva sorriria alegre.



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WereMonkey

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MensagemAssunto: Re: No Exit    Ter Fev 23, 2016 11:06 pm



-O que uma moça gostosa como você faz a essa hora na rua? – Ao ouvir isso a dona de busto grande soltou um riso simpático ao homem ao seu lado. Cynthia havia conseguido chegar a cidade de Aura sem muitos problemas, e quando chegou, tratou de procurar uma taberna, achou uma, entrou, e sentou-se próxima ao balcão enquanto olhava os homens a sua volta, tentando mandar o seu charme, e por sorte – ou nem tanto – um homem, gordo, com um bafo horrível se aproximava e se sentava ao seu lado. Continuaria a manter o sorriso no rosto enquanto responderia ao homem de cabelos castanhos – umh... – Olharia-o de cima a baixo, fechando um poucos os olhos enquanto demonstraria uma expressão perversa e safada – Assim como outros, quero me divertir durante a noite – Olharia nos olhos do homem enquanto morderia levemente uma pequena parte do lábio inferior – E... o que um homem de nobreza faria em uma taberna a essa hora? – Perguntaria enquanto virasse um pouco o corpo para o lado onde o homem estava, ajeitando-se no banco logo em seguida, colocando sua mão que esta do lado do homem, na coxa, e a mão oposta no balcão.

Cynthia não percebia, mas um jovem se aproximava,  um jovem de cabelos pretos, e Cynthia só o notou quando o mesmo terminou de se aproximar e perguntou - Gostaria de pedir alguma coisa?- Ela virou o rosto para o jovem, seu rosto, como era belo, mas ela não estava ali para arranjar um amor para sua vida, estava ali para conquistar sua antiga vida de volta “ Mas o que é isso?” Ela olharia no pescoço do jovem,  espremendo um pouco os olhos para ver o que era,  e era uma coleira, provavelmente ele seria um escravo, mas Cynthia não pensaria dessa forma “ Deve ser só um acessório...” Assim pensava, enquanto voltava seus olhos para o jeito que estavam antes – Bem, se o belo cavalheiro ao meu lado estiver disposto a me pagar uma bebida, uma cerveja – Olharia nos olhos do jovem – Por favor – Ajeitaria sua postura, empinaria um pouco o bum bum e o busto, fazendo com que as costas se vista de lado, fizessem uma pequena curva, enquanto os seios pareciam se destacar com a postura, como se estivessem maiores.

- Então, como se chama? – Diria ao gordo enquanto manteria os olhos fixos nos deles, ajeitaria os cabelos, os colocando, com a mão que estava na coxa, atrás das orelhas. Esperaria que o homem lhe respondesse, e caso lhe perguntasse o nome diria – Cynthia, muito prazer – Não queria dar uma de interrogadora, então pararia com as perguntas por ali, ouviria o que o homem tivesse a dizer, e caso ele lhe passasse uma cantada, mesmo que uma das piores, soltaria um pequeno e baixo riso com a mão na boca –ahaha...
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Hendrik Kaiser

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MensagemAssunto: Re: No Exit    Sab Mar 26, 2016 7:19 pm

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