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Progresso:
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Boss:
Desc
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0
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Bônus Atual:
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 O Herói! [Tutorial]

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AutorMensagem
ADM.Phelipe

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MensagemAssunto: O Herói! [Tutorial]   Seg Dez 21, 2015 2:32 pm

O Herói!

Aqui ocorrerá a aventura de Takamoto Lisandro!



Objetivos: Aprender a jogar nesse rpg, ganhar exp e evoluir minhas habilidades!
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Takamoto Lisandro

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MensagemAssunto: Re: O Herói! [Tutorial]   Seg Dez 21, 2015 6:21 pm

O Começo!


Carregava comigo apenas um saco com 50 moedas de ouro e... Era isso mesmo tudo que eu tinha, e isso me fazia pensar a respeito sobre arrumar um trabalho, heróis não cobram por seus feitos então não renderia muita coisa. – Ah.. – Soltava um suspiro repensando se eu deveria ter mesmo saído do orfanato para seguir meu próprio caminho, mas tudo já estava pronto e deveria seguir meu sonho.

Agora que eu notei que nunca fui muito de sair do orfanato e realmente não conheço Lunaria, apesar de ter vivido por aqui por grande parte da minha vida. Acho que vou arranjar um trabalho e comprar alguma arma para aprender a usar, pois afinal de contas um herói tem que saber lutar para proteger os mais fracos.

Procuraria um lugar que tivesse uma vaga para trabalhar e com um sorriso confiante no rosto entraria no estabelecimento e perguntaria. – É aqui onde tem uma vaga? Gostaria de trabalhar por aqui por um tempo. – E esperaria a resposta do mesmo.




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Matsu

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MensagemAssunto: Re: O Herói! [Tutorial]   Ter Dez 22, 2015 12:43 pm

Eram por volta das dez da manhã. O sol ainda não estava no centro do céu e, onde Lisandro estava vagando, os altos cortiços faziam sombra nas ruas úmidas pelo orvalho da noite passada que permanece nas ruas até que o sol atinja o ponto alto. Além de úmidas e um pouco frias para o horário, o que mantinha as ruas de Lunaria quentes era o movimento constante de centenas de pessoas mal-vestidas andando de um lado para o outro; também haviam pessoas sentadas nos cantos pedindo esmolas, outras quase morrendo implorando por um pouco de pão ou comida, sem força para se manter vivo por mais um dia.

Era incrível como também haviam muitas crianças que fugiram do orfanato para tentar ganhar a vida sozinhos nas ruas, mas acabaram sucubindo à miséria; Aqueles que não acabaram na mmiséria, provavelmente tiveram que matar alguém ou roubar ou simplesmente já morreram.

Ao sair procurando por um trabalho, provavelmente não repararia que estava na parte mais pobre da cidade, até porque, para quem nunca conheceu a parte mais rica da cidade, não tinha noção completa da diferença, e talvez isso nem importasse. Estava vagando e devaneando nos momentos que passou na infância e no fato de que nunca teria saído pela cidade, por isso, aquele lugar, onde sempre viveu, lhe era novo em grande parte.

Não era comum haver placas avisando onde tem vaga para trabalho. Mas passava constantemente por hotéis e bares que aceitariam um ajudante que aceitasse receber em troca comida, água e talvez uma ou outra moeda de ouro no fim do mês. Seguiu pelas largas ruas, amontoadas de gente que esbarravam nele a todo momento, até chegar em frente a um prédio como todos os outros, alto o suficiente para bloquear o sol e fazer sombra na rua, que continha uma fornalha em plena ar livre. Esta parte da rua é consideralvemente mais quente que as outras partes.

Um grande e gordo homem, com uma barba ruiva com as pontas chamuscadas que chegavam quase a metade de sua barriga saiu deste prédio. O fato engraçado é que ele era careca, e sua careca brilhava com o suor refletindo as chamas da fornalha, fazendo o topo de sua cabeça brilhar como uma estrelhinha. Porém, junto desta imagem bruta e forte, sua voz inrrompeu, conseguindo abater todo o barulho causado pela multidão de pessoas que andavam de um lado para o outro. A maior parte das pessoas fez silência imediato e outras foram parando logo depois quando viram um homem sair voando das mãos do Ferreiro, caindo num baque surdo no chão de lama úmida.

- E CASO UM DIA VOCÊ VOLTE AQUI, FILHO DO DEMÔNIO, E ARRANCAREI SUA CABEÇA E COLOCAREI NA MINHA PAREDE. NUNCA MAIS FAREI UMA ARMA PARA VOCÊ E A ESCÓRIA QUE TU CHAMAS DE FAMÍLIA

O grande e gordo homem entrou para dentro de sua loja sem fechar a porta, e como se alguém tivesse soprado algum fole de ferreiro com muita força, as chamas que estavam dentro da fornalha, saltaram com extrema força em direção a rua e depois em direção ao céu. O ar ficaria consideravelmente mais quente. Pessoas se afastaram, mas não correram, pois parecia que o fato daquelas chamas agirem tão intensamente fosse algo comum para elas.

O rapaz que foi arremessado, vestia roupas de extrema qualidade, tecidos que davam prazer toca-los, vestir aquela roupa deveria ser extremamente confortável. Porém, estavam sujas, mas isso não tirava seu brilho ou o ar de nobre que aquele rapaz carregava no semblante. O homem, que era um pouco mais baixo que Lisandro, mas talvez um pouco mais musculoso, ágil e forte, devido os treinamentos constantes ou as caças e excurções que fazia com os demais de sua classe. O homem foi embora, Lisandro não conseguiria dizer direito, mas conseguiria perceber certo ódio no rosto do rapaz que foi embora, se misturando no meio da multidão.

Lisandro então decidiu entrar no recinto do ferreiro, onde a fornalha ardua muito forte conforme chegava perto, mas quando adentrava ao recinto perceberia que é mais fresco do que do lado de fora, pois toda a chama era direcionada para o lado externo da loja. O homem que teria visto berrando do lado de fora, agora ganhou uma nova imagem. Atrás do balcão,  homem parecia ser pequeno demais para a loja. Seus braços eram tão fortes que talvez pudesse carregar troncos de árvores bem grandes sem muita dificuldade.

Sua barba estava sobre o balcão, como uma espécie de pano sobre a mesa. O grande homem dirigiu o olhar para o rapaz e quando ameaçou recebê-lo, Lisandro cortou o silêncio. - É aqui onde tem uma vaga? Gostaria de trabalhar por aqui por um tempo.- O homem olhou com um olhar analítico, e depois fez uma eexpressão de quem não gostou do rapaz. Andou até o garoto, e faria Lisandro perceber que o homem teria meio metro de altura a mais que ele. Seu olhar é séro e ameaçador. Falou finalmente, berrando, com um tom de voz que parecia ser natural dele.

- SE VOCÊ TENTAR ME ENGANAR, SEU BOIOLA, EU ARRANCO A SUA CABEÇA E PENDURO NA MINHA PAREDE!-  O homem seguraria os ombros de Lisandro e materia um olhar fixo durante um tempo. Depois continuaria. - PRECISO DE ALGUÉM PARA FAZER ALGUMAS ENTREGAS. VÁ PARA O BAR O CAVALO E A DONZELA, ANTES DO BECO DOS RATOS À LESTE DAQUI. PROCURE O DONO, GARGAS, E ENTREGUE AQUILO A ELE -  O grande homem se virou e apontou para uma embalagem de couro, onde havia uma Adaga Básica. - VOLTE ANTES DO ANOITECER E TERÁ COMIDA E UM LUGAR PARA DORMIR NOS FUNDOS DA LOJA. AMANHÃ TEREMOS MAIS SERVIÇOS, MAS SE TENTAR ME ENGANARR... REZE PARA QUE EU NÃO TE ENCONTRE. O homem se virou com um movimento monumental, pegou um martelo do tamanho da cabeça de Lisandro e uma pinça de ferro, logo depois se dirigiu para fora da loja, onde trabalharia em alguma arma.
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Takamoto Lisandro

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MensagemAssunto: Re: O Herói! [Tutorial]   Ter Dez 22, 2015 3:39 pm

Sou do Bem!

O sol ilumina bem a esse horário deveria ser umas 11 horas da manhã, caminhando pelas ruas e olhando basicamente tudo ao meu redor conseguia identificar estabelecimentos, mas não via qualquer tipo de placa que identificasse se teria vagas para trabalhar e eu nunca fui muito invasivo então fiquei à procura de lojas que tivessem tal placa, tinha a impressão que não acharia nenhuma por aqui o que me fazia sentir meio bobo. As ruas eram realmente bem movimentadas e cheias de pessoas, já perdi a conta de quantas pessoas eu esbarrei sem querer e logo em seguida pedi desculpas.

Fazia um tempo que não saia do orfanato e conseguia identificar sinais de pobreza e mendigos espalhados pelos becos que me fazia refletir se ao menos eu me tornasse um herói será que poderia mudar tudo isso? Meu coração pesava ao fato de não poder fazer nada quanto a isso pelo menos por agora, mas um dia com certeza tudo vai mudar. Passava por bares que trazia consigo um pouco de alegria para os bêbados dessa região e os hotéis que davam um lugar para viajantes e pessoas sem lares, porém nenhum tinha alguma placa de vaga que me fazia ficar um pouco nervoso.

Será que realmente nenhuma loja colocava placas para indicar vagas?! Será que tudo que li nos livros de histórias de heróis onde achavam trabalhos por meio de placas é uma mentira?! Ou será que placas já não são mais tão populares? ... – Ah.. – Dava um suspiro e continuava a caminhada, foi então que entrei em uma rua onde parecia que o calor aumentava e me fazia suar um pouco devido ao aumento da temperatura.

Cheguei em um prédio que empatava as luzes do sol e fazia sombras na rua, existia uma fornalha ao ar livre e sem dúvidas seria o local de trabalho de um ferreiro. Por um momento meus olhos foram fechados por um devido brilho e depois de um tempo meus olhos voltaram ao normal conseguia saber de onde vinha esse brilho, um grande e gordo homem com uma barba ruiva de tamanho desproporcional e sua incrível careca reluzente que quase queimou minhas córneas saia daquele prédio. Sua voz era estrondosa e ressoava por essa rua abafando quase todo som que nela fazia, e um outro homem saia voando das mãos do ferreiro para a lama.

Parecia que havia acontecido uma briga entre os dois homens e pelo que parece o homem com trajes elegantes e bonitos ficou na pior, o ferreiro entrava no seu estabelecimento se nem mesmo olhar para trás e fechar a porta que ficava aberta. O homem que vestia tais traje tinha um olhar com certa raiva que me fazia crer que ele poderia vim buscar vingança talvez? Mas acho que aquele ferreiro aguentaria lutar contra uma multidão, se ele tivesse algum senso ficaria por isso mesmo.

Olhando para a porta aberta via uma chance de achar um trabalho e então adentrei aquele local e olhei para o homem que estava atrás do balcão, o lugar parecia mais fresco que a própria rua que me fazia acreditar que todo o calor da fornalha era mandado para fora do recinto. Estava tudo silencioso e o homem mandava um olhar que achei meio ameaçador, porém tomando coragem perguntei sobre o emprego e daí que ele foi até mim e tinha a impressão que ele era duas vezes maior do que eu.

Fui um pouco para trás quando ele berrou sobre se engana-lo ele cortaria minha cabeça e colocaria na sua parede, ele realmente gostava dessa ameaçava... Segurando meu ombro e com o olhar fixo que me fazia sentir desconfortável dizia para fazer uma entrega em um bar chamado “O Cavalo e a Donzela”, e logo depois de me dá a localização do bar e dizer para não engana-lo se dirigia a forja.

Fiquei meio tenso e após pegar a embalagem de couro que continha uma adaga e ir em direção a porta me virava para o homem e dizia. – Yes, Boss! – E depois saia da loja ainda um pouco tenso, mas um pouco feliz já que arranjei um trabalho. Agora o que faltava era encontrar esse bar que ficava ao leste antes do beco dos ratos... Onde é isso mesmo? Iria em direção ao leste e de vez em quando entraria em uma loja para perguntar onde seria o tal bar e onde ficava esse beco dos ratos para me ajudar a achar mais rapidamente e cumprir minha tarefa.



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MensagemAssunto: Re: O Herói! [Tutorial]   Qua Dez 23, 2015 12:52 pm

Em Algum Lugar...
Um par de olhos azúis balançou de um extremo ao outro dentro de sua órbita branca. Seus olhos foram direcionados para alguma coisa que estava atrás de uma porta. A maçaneta se movia lentamente, fazendo um rangido que rasga a alma. Os olhos azúis desapareceram, numa tentativa de fazer o mundo desaparecer e talvez ficar livre daquela realidade macabra a qual estava sendo submetida. Após o rangido, a única coisa que conseguia quebrar o silêncio, era uma oração abafada por soluços de um choro que era quase inaudível.
Uma bota rouba a cena, com seu couro muito bem trabalhado, pisando suavemente sobre o chão de pedra que era forrado por muitos fios de palha. O homem que calçava a bota estava sem camisa e já mexia no cinto de sua calça. Os olhos azúis voltaram a se abrir para olhar para a pessoa que acabou de entrar. Em seguida, esses mesmos olhos perderam o brilho e passaram a fitar o chão, como uma espécie de aceitação do fardo que teria de carregar.
Sou do Bem!
Lisandro anda pelas ruas segurando sua embalagem. A ruas estavam lotadas, como de costume e, enquanto andava, muitas vezes era espremido pelas pessoas que atravessavam seu caminho e não o deixavam passar. Algumas vezes ele tinha que parar para esperar um homem com sua mula passar, normalmente transportadores de mercadorias.
A movimentação era grande, que em um determinado momento, quando o rapaz decidiu entrar numa loja para perguntar sobre o local que deveria ir. O homem que o atendeu era jovem e perspicaz. Logo respondeu a Lisandro:
- Você está próximo do beco dos ratos, mas desconheço este bar que o senhor procura, Mas há muitps bares naquela região. Só tome cuiddo, aquele lugar não é muito bem frequentado. Saia da loja e vire a direita. Siga até você encontrar uma rua que não tem muitas pessoas à sua direita. Nesse horário os bares devem estar vazios.
Ao sair e seguir a diante, conforme foi explicado a ele, seria fácil encontrar o lugar pois era bem fácil, na verdade, uma ou duas ruas depois da loja. Não dara para ver muito bem pois haviam muitas pessoas e às vezes a visão do garoto era bloqueada. 
Ao adentrar na rua poderia sentir o alívio de não ter centenas de pessoas a sua volta, tagarelando e esbarrando nele por qualquer motivo. Veria uma série de bares com os nomes mais distintos possíveis como a Abelha e o Dardo e O Urso e o Bardo, cada bar escondendo atrás de seus nomes uma história que poderia ou não ser verdadeira, contanda, se necessário, dezenas de vezes no mesmo dia para cada viajante que se interessasse. 
Após passar pelos dois primeiros bares da rua, logo veria o bar que ele procurava. A fachada do bar era de madeira escura e um pouco velha, que combinava com a pobreza da rua. Acima do bar, havia mais três andares.
Antes de conseguir entrar no recinto, seria abordado por um garoto que estava próximo parado a alguns minutos próximo do bar. Ele corre até Liasandro e se ajoelha a sua frente suplicando: Por favor milorde, me dê uma moeda para que eu possa comer. Estou se comer há dias...
O garoto era pequeno e magricela, daria para ver os ossos marcando a pele na costela e nas costas. Seu olhar era miseravel e sem brilho, como se aquele rapaz já tivesse morrido, mas seu corpo ainda lutava para subviver às custas das migalhas que conseguia pegar das lixeiras dos bares. Sua boca estava suja, como se ele tivesse comido terra para tentar matar a fome há pouco tempo. Pelo que se podia ver, não há muito tempo de vida para aquele rapaz.
Lisandro conseguiria sentir, pois o embrulho estava em sua mão, quando alguém o puxou com extrema força. Lisandro que não estava atento naquele momento e não seria ágil o suficiente para impedir que o embrulho fosse levado. Se olhasse para trás, veria um menino correndo em direção a multidão, enquanto que o menino que estava a sua frente tentaria levantar e correr na direção oposta a do outro garoto. O menino que pediu esmolas, correria para um beco do lado do bar que Lisandro deveria entrar e escalaria a parede como um réptil e desapareceria após chegar ao topo.
Prenda-me Se For Capaz
O outro rapaz, o que fugiu com o embrulho, correu em direção e logo entraria para dentro dela, se misturando com todas as pessoas, onde seria difícil detectá-lo, já que era outro garoto pequeno e magricela. Ele correria em direção ao grupo de pessoas, entraria no meio da multidão se abaixando para abrir caminho. Depois correria até o outro lado da rua, onde há uma padaria. Ao parar na porta da padaria, olharia para trás procurando Lisandro, se Lisandro corresse atrás dele, ele entraria em disparada para dentro da padaria, pularia o balcão com certa maestria, como se já tivesse feito isso algumas vezes. Após pular o balcão, o padeiro começaria a gritar e tentaria acertar o menino jogando uma faca na direção dele e jogaria em qualquer pessoa que tentasse passar por ali como aquele menino.
Depois de pular o balcão, o garoto correria para a porta que tem atrás do balcão, entrando assim na cozinha. Saltaria pela janela que está aberta e sairia num beco. Por este beco, correria até o final dele, onde há uma escada para o segundo andar de uma casa. Entraria nessa casa pela varanda, correria pela sala e entraria no primeiro cômodo que visse, seria o quarto de uma menina morena de cabelos compridos, lisos e oleóso, que esbanjava fartos seios para sua idade, que ainda por cima estava nua, penteando o cabelo em frente ao espelho. Quando o garoto passasse, ela apenas gritaria, mas quando Lisandro passasse, ela gritaria e jogaria sua escova de cabelo feita de madeira macissa nele. Diz a lenda que essa menina tem boa mira.
O pequeno ladrãzinho, ao atravessar o quarto da garota, pularia pela janela sem pensar, mas se agarraria na grade da sacada que a casa do outro lado de um beco não muito largo. Para Lisandro, que era bem mais alto, o pulo seria bem mais fácil, o  que poderia deixá-lo mais próximo de agarrar o garoto. Após agarrar na grade da sacada, o garoto daria um salto se jogando para trás, em direção a parede em frente a sacada e cairia se segurando num vão que há naquela parede. Depois se jogaria no chão finalizando com um rolamento no chão afofado pela umidade e se dirgindo para o meio da multidão com o embrulho.
O garoto não reparou, mas, enquanto estava rolando, o que estava dentro do pacote acabou se soltando e ficando no chão. Seria a chance de Lisandro recuperar o que havia sido encomendado.


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Takamoto Lisandro

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MensagemAssunto: Re: O Herói! [Tutorial]   Qua Dez 23, 2015 4:13 pm

olhos O que essa primeira parte?

Andando e esbarrando em centenas de pessoas pelas ruas, era difícil caminhar por aí com esse monte de pessoas indo de um lado para o outro. No caminho deveria ser paciente para que não causasse qualquer alvoroço pelas ruas, eu sei que sou meio atrapalhado, mas se tivesse cuidado não causaria problemas para ninguém. Entrei numa loja para identificar se faltava muito para chegar ao meu destino e o dono da loja foi bem receptivo e falou de maneira clara onde eu estava e onde deveria ir para chegar no bar.

Como ele disse já estava bem perto de achar o tal bar e passando por barreiras de pessoas conseguia avistar alguns bares, porém nenhum com o nome que o ferreiro deu. Agora que me lembrei... Me esqueci de perguntar o nome do chefe, vou deixar pra quando entregar o pacote e voltar pra loja. Vi muitos nomes de bares e até que tinha nomes bem esquisitos, mas ainda sem nenhum sinal do “O Cavalo e a Donzela”, como seria a história por trás desse nome..

Até que então após passar por dois bares conseguia achar ele, um sorriso brotou no meu rosto ao vê-lo. Mas ao tentar entrar nele o meu sorriso sumiu e em minha face apenas havia tristeza, um pequeno garoto ajoelhado pedindo esmolas. Seu corpo era magricelo e parecia que não comia a dias e seu rosto estava sujo com terra, talvez ele tivesse tentado matar a fome comendo terra suja que poderia adoece-lo. Eu tinha que ajudar! Foi o que pensei logo depois o saco que continha a adaga havia sido puxada agressivamente das minhas mãos o que me fazia olhar para trás instantaneamente e ver um garoto correndo para aquela aglomeração de pessoas e quando voltava ao olhar no garoto magricelo que havia corrido na direção oposta.

Droga! Fui roubado, mas antes de perseguir o garoto ladrão fui atrás do garoto magricelo que se encontrava subindo o um muro com tamanha rapidez que nem parecia que não comia a dias, ao chegar ao topo perdi a visão do mesmo, mas mesmo assim gritei para que se ao menos tivesse perto poderia ouvir. – VOU DEIXAR 5 MOEDAS AQUI, PODE PEGAR! – Depois pegando minha sacola e retirando cinco moedas de ouro, as deixaria no canto do beco para que se ele voltasse tivesse dinheiro para comprar algo para comer.

Agora deveria manter o foco no garoto que havia entrado na multidão, ainda tinha visão do mesmo, mas teria que ser rápido para que não o perdesse de vista. O seguia dentro da multidão, apesar de ser uma tarefa realmente difícil conseguia manter meus olhos fixados no pequeno ladrão. O ladrão parava em frente a uma padaria e não parecia estar cansado que me fazia crer que ainda tinha mais corrida pela frente, ele olhava para trás para ter certeza que eu o estaria perseguindo e logo ao me ver entrava rapidamente na padaria.

Que garoto mal-educado! – Falava ao vê-lo entrar na padaria e pular sobre o balcão e adentrar mais afundo na padaria, e lá estava o padeiro assustado com facas a sua disposição para jogar nas pessoas que passavam ali. O menino passava por ali sem dificuldade e logo ao ver o padeiro empunhando uma faca dizia meio assustado. – Calma, calma! – Mas ele jogava as facas e tive que me esquivar de algumas.

Pulávamos por uma janela e saiamos em um beco que ao seu final existia uma escada que se conectava a segundo andar de uma casa. – Ah, não. – Resmungava para mim mesmo, o garoto subia na escada e entrava sem qualquer cerimônia e foi o mesmo que eu fiz com certo desgosto, passávamos pela varanda e pela sala e o garoto entrava em um cômodo e um grito de garota surgia de lá. – Merda. – Foi o que falei antes de entrar lá e ver uma garota nua o que me fez ficar totalmente envergonhado e se eu pudesse ver minha cara estaria vermelha como um tomate, eu virei a cara para não ver mais a garota nua, eu tenho a honra de um cavalheiro e logo em seguida ela me acertava um pente em minha nuca que doía bastante.

Mas que belos seios. – Tinha que admitir que eram fartos, seguindo o garoto e coçando o lugar onde o pente havia acertado, o menino se agarrava na sacada e pulava para a parede atrás dela e aterrissava no chão ileso e quanto a mim fazia com uma certa facilidade já sou mais forte que o garoto. O garoto talvez não tenha percebido, mas a adaga do pacote de couro havia caído no chão e o que me dava a chance de recuperar o item roubado.

Rapidamente pegaria a adaga que estava no chão e olharia para o garoto com uma face de vitória e depois sumiria com a adaga usando minha magia convocatória e diria. – E sumiu. Agora é tarde garoto, parece que venci. – E antes que o garoto corresse novamente falaria. – ESPERE! – E pegando minha sacola de ouro tiraria cinco moedas e diria. – Se prometer arranjar um trabalho honesto, te darei estas 5 moedas. – Falaria com um tom simpático para o garoto e veria o que ele faria.

Se ele aceitasse, logo tentaria achar novamente o bar de antes... Mas agora eu estava mais perdido do que nunca. – Pra onde esse moleque me levou.. – Resmungaria e andaria, ao ver uma loja tentaria me localizar e perguntaria sobre o bar. Se eu achasse o bar iria até seu beco para ver se as moedas ainda estariam ali, se estivessem as pegaria de volta já que o garoto não havia voltado e as pegado, mas se não estivessem ficaria contente e logo depois entraria no bar e diria. - Estou procurando o Gargas, eu sou o entregador do ferreiro.


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MensagemAssunto: Re: O Herói! [Tutorial]   Sex Dez 25, 2015 6:59 pm

O que essa primeira parte?
Muito fácil, diria Ezio Auditore ao ver esta perseguição, se ele fosse deste mundo, mas como não é, podemos interpretar como uma difícil tarefa correr, escalar e pular por alguns minutos sem perder o fôlego. A correria e o fato de entrar em becos e subir por lugar que ele não conhece, fizeram Lisandro ficar mais sujo do que já estava anteriormente. Suas roupas agora estavam respingadas de lama. Seu rosto não esconderia a perseguição eminente, pois estaria suado e um pouco empoeirado.
Após recolher a adaga, tentaria chamar a atenção do rapaz com algumas moedas de ouro, mas não conseguiria, pois o mesmo ainda estaria em fuga, achando que dentro do pacote estava seu espólio. Lisandro então tentou retomar o seu caminho, indo até uma loja próxima para procurar informações.
Ao sair do beco deparar-se-ia com aquela mesmo multidão de sempre e seria expremido ao tentar andar por ela até uma loja próxima. Porém, antes de entrar na loja. A multidão se exaltaria. Lisandro poderia entrar na loja ou continuar na rua olhando, não faria muita diferença, pois quando percebesse o alvoroço, iria ver um homem bigodudo com roupa e avental de padeiro, do outro lado da rua, gritando: ELE ESTÁ ALI! Em seguida, Lisandro poderia ver surgindo ao seu redor três soldado armados com lança e outros três com espada e escudo e um deles, deles desarmado. O soldado desarmado ficou em posição de sentido e falou alto, porém, nada muito acima do normal: Senhor, peço que me acompanhe, pois está sendo acusado de causar desordem e invadir uma padaria... Quando de repente entrou uma segunda voz, porém feminina: E ele também invadiu o meu quarto e me viu despida! Então o guarda continuou: E está sendo acusado de assédio. Peço que o senhor me acompanhe para que tenha chance de se defender.
Após o homem terminar de falar, a multidão voltaria a fazer o que estava fazendo, como se nada daquilo estivesse acontecendo. Aquela hora do dia, o sol já invadia as ruas e iluminava o rosto do rapaz que estava sendo acusado injustamente daquelas coisas. O destino, algumas vezes, não fazia sentido, mas a história do mundo já havia sido escrita muito antes dele mesmo nascer. Talvez Lisandro percebesse ou não, mas logo depois que o guarda terminasse de falar e a mutidão voltasse a fazer os ruidos comuns dela, a luz do sol que iluminava o rosto do rapaz oscilaria, fazendo uma sombra por um instante, mas logo voltando a ser iluminado. Se ele olhasse para o topo dos prédios a sua frente, veria uma sombra escura, com certeza uma pessoa. Não seria possível enxergar nenhum traço dessa pessoa, apenas sua silhueta fina e desnaturada. Essa pessoa correria para o lado e desapreceria caso Lisandro olhasse para ele.
O chamado do Herói 1/2
Lisandro seria escoltado com os guardas bem próximos que com suas armas já sacadas para o caso do prisioneiro tentar fugir, porém, estava acompanhado apenas por dois homens com suas espadas em mãos, mas seus escudos presos nas costas dos mesmos.
As ruas iriam ficar cada vez mais curtas até que chegariam em um prédio um pouco menos velho do que os outros. Lá dentro, Lisandro seria encaminhado para uma cela após tomarem dele tudo que ele carregava consigo, menos suas roupas. As últimas palavras do guarda seriam: Você será julgado uma hora antes do sol se pôr. Gostaria de avisar a alguém de que o senhor está aqui? Depois disso o guarda trancaria a cela e deixaria o rapaz ali, preso pela prórpia má sorte. No corredor em que fora preso tem algumas outras celas, porém com uma ou duas pessoas no máximo. A sua não era diferente. Ao parar para olhar sua cela, veria paredes de pedra sem janela, apenas um buraco pequeno próximo ao tento, por onde entrava um feixo de luz. Ali há dois baldes, um para as necessidades e outro com água para beber, e do outro lado duas camas. Em uma dessas camas um homem estava sentado. É um homem jovem, mas aquele ambiente, a sua expressão, o seu passado, faziam-no parecer velho, pois estava cansado de tudo aquilo. Quando Lisandro olhar para ele, caso olhe, ele irá desferir um sorriso no canto do rosto, dizendo um ´´Oi`` fraco e quase inaldível...
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MensagemAssunto: Re: O Herói! [Tutorial]   Sab Dez 26, 2015 2:46 pm

Marru quê?!

O garoto nem mesmo parou e continuou sua corrida mesmo que lá na bolsa de couro não existia nada apenas ar, agora que notei que estava um pouco cansado e minha respiração estava pesada tive que sair caminhando até o bar tomando um pouco de ar para que meu fôlego voltasse ao normal. Consegui enxergar o bar, porém deveria enfrentar uma multidão para chegar até ele. Aquela multidão se formava ainda mais e fiquei sem saber o motivo, nunca fui de bisbilhotar assuntos que não eram meus então deixei de tentar descobrir o que acontecia ali e fui direto para o bar.

Antes de poder colocar um dos meus pés no estabelecimento escutava uma voz dizendo. – ELE ESTÁ ALI! – Já senti que coisa boa não viria se olhasse para trás, porém me virei mesmo sabendo que algo de ruim aconteceria. O padeiro bigodudo apontava par mim e seis soldados me cercavam fielmente armados e eu apenas com as mãos nuas levantadas para cima.

Chegava ali um soldado desarmado proclamando que causei alvoroço na padaria, realmente acho que o padeiro que o causou jogando suas facas para todo lado, mas o guarda estava certo. E uma voz feminina dizia sobre quando invadi o seu quarto e a vi.. Realmente um crime, porém eu fiz tudo aquilo para recuperar a mercadoria que o ferreiro me confiou.

Penso que se eu tivesse recorrido aos guardas quando o garoto tinha me roubado as coisas teriam sido diferentes, mas eu sabia que os guardas não conseguiriam pegar o garoto e por algum motivo alguém mexeu os pauzinhos para que isso realmente acontece para mim. Nem sei como eles sabiam que eu iria ir até o bar e era algo bem engraçado de se pensar, como eles sabiam que eu iria está aqui? Se a padaria é um pouco longe e a casa da garota ainda mais? E de onde esses guardas vieram? Foram tão rápidos quanto eles?

Fui acusado de assédio e alvoroço, a multidão se dissipava à medida que aquilo se tornava algo normal que acontecia diariamente. Foi quando senti que algo estava errado e por um segundo vi um vislumbre de uma pessoa no alto dos prédios, me perguntei o que seria aquilo, talvez seria apenas um fruto da minha imaginação.

Eu estava sendo escoltado pelos guardas armados que não me deram uma chance para fugir e mesmo que tivesse não fugiria. Quando chegasse a hora de prestar o que aconteceu diria a verdade e tudo ficaria bem, me jogaram em uma cela e depois perguntaram se eu queria avisar a alguém que eu estava nesta situação. Pensei em avisar ao ferreiro, mas como será que ele lidaria com isso? Pelo menos tinha que dá uma explicação para o homem. – Gostaria de avisar ao ferreiro, poderia dizer para ele que algumas coisas aconteceram, mas a mercadoria está salva. – Depois daria a localização da loja do ferreiro e ficaria na cela esperando que as horas passassem.

A cela era bem... Não sabia descrever direito, mas se dava para dizer se era boa ou ruim deveria ver outras celas além dessa, tinha dois baldes na cela. Um para as necessidades e outro para beber água. Nunca estive na prisão, me deixava um pouco excitado e triste devido ao fato de estar preso por coisas tão fúteis. Dei uma pequena gargalhada para minha situação, no primeiro dia que eu saio de casa para me tornar um herói e fui preso! Nunca vi isso acontecer nos livros que eu tinha sobre as histórias de heróis.

Eu tinha até um companheiro de cela. Ele parecia jovem, mas pela sua expressão parecia que estava aqui a um bom tempo, ele parecia amigável e não parecia ser hostil. Eu estava com sede então fui até o balde com água e resolvi matar minha sede, logo após isso sentaria em um canto da cela e falaria para o meu colega de cela. – Pode me chamar de Lisandro, preso por perseguir um ladrão e você? – Esperaria a resposta do homem e ficaria olhando o tempo passar.


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MensagemAssunto: Re: O Herói! [Tutorial]   Qua Dez 30, 2015 2:40 pm

O chamado do Herói 2/2
- Meu nome é Igor Isvanrovinisk, mas todos me chamam de Caio... Chame como quiser. Como preso, não me sinto no direito de ter um nome.- O tom de voz do homem era triste e seu sotaque mostrava que era estrangeiro. Continuou dando um sorriso amarelo: Pelo menos temos algo em comum, ambos ficamos presos injustamente. A diferença é que você terá julgamento, já eu irei direto para a forca ou para a guilhotina. As pessoas que me prenderam aqui tem muito dinheiro. Comprar o juiz da causa dos pobre é a coisa mais fácil do mundo.
O homem levantou e andou pela cela sem olhar para Lisandro. Então virou, olhou nos olhos do rapaz e continuou: Eu vou lhe contar isso, porque penso que você pode de alguma forma me ajudar. Todos os dias eu oro para todos os Deuses de Alberon pedindo ajuda, você foi a única pessoa que desferiu uma palavra amiga para mim.

Em seguida, ele olhou para o teto, como se estivesse vendo um flashback e começou a contar uma série de fatos: Bem, tudo começou há dois dias...
(Flashback) Igor estava andando e carregando uma bandeja com uma garrafa cheia e taças por um grande salão, com quadros imensos nas paredes de um lado e grandes janelas do outro. Nos quadros viam-se rostos que não estavam mais vivos, mas seus nomes até hoje eram lembrados. O olhar era quase sempre o mesmo, um olhar imponente, porém humilde, numa pose que embanjava respeito e uma graça admirável. Pelas janelas, a luz da lua cheia adentrava ao recinto com a força de milhares de vagalumes, tornando o lugar tão claro quanto o dia.
Igor entrou passou vagarosamente de um salão para outro, porém menor, iluminado por muitas velas onde tudo parecia reluzir como ouro, onde acontecia uma pequena comemoração. Muitas pessoas bem vestidas sorriam e cantarolavam, contavam piadas e davam gargalhadas, parecia uma felicidade sem fim. Um homem gordo e de rosto liso, sem barba, pegou uma das taças da bandeja de Igor, encheu-a de vinho e começou a falar. Todos fizeram silência devido a grande educação:

- Um brinde à Lord Antony Devagnel e, a minha querida princesinha, Aurora. Que todos os deuses abençoem vosso matrimônio, assim como eu, pai dela, abençôo-os. -

O senhor Antony levantou-se de sua cadeira e agradeceu. Todos aplaudiram, exceto Igor que estava com a bandeja. Os aplausos foram desnecessários, pois aquelas negociações aconteciam há meses. Num instante não havia mais taças ou garrafa na bandeja, pois todos já haviam pego para brindar, com um gento cordeal, ele se retirou apontando para a bandeja, dizendo ao dono da casa que buscaria mais.
Ao sair do salão onde ocorria a festa, ele parou de andar e passou a correr desesperadamente. Subiu um lance de escadas tão rápido quanto um coelho fugindo de um cão de caça. Ele precisava informar a senhorita Aurora o que estava acontecendo. Ela tem apenas dezesseis anos e irá casar com um homem de quarenta que coleciona esposas. Aurora seria sua terceira e mais jovem. Pense no que as outras esposas mais velhas faram com a pobre coitada que nada sabe da vida.
Quando se aproximou da biblioteca, onde sabia que ela passava horas lendo, Igor se apavorou quando ouviu a pequena menina gritar. Quando ouviu o seu grito, veio a memóra de Igor todos os dezesseis anos que ele passou ao lado dela, desde que ela era uma pequeno bebê. A afeição que Igor tinha por ela era maior do que a do própio pai da menina, que a via como meio de conseguir dinheiro e terras, trocando-a numa negociação chamada Casamento.
Com o coração congelado e um frio na barriga, ele inrrompeu biblioteca a dentro e viu um homem. Em volta do homem havia muitos panos misturados. Um pano azulado, misturado à roupa de couro do homem. Igor olhou para a mesa de leitura e a pequenas Aurora estava lá. Seus braços finos empurravam com toda força o rapaz, mas nada adiantava. Seu choro era audível dentro da biblioteca, quem estivesse fora só ouviria se ela gritasse. O rapaz estava tão focado em segurar o pescoço da menina e ao mesmo tempo um dos seios dela, que não percebeu Igor entrar.
Quando se deu conta, o rapaz esta no chão se defendendo dos golpes que Igor dava nele com a bandeja. O rapaz então acertou Igor com sua bota no peito, fazendo-o cair. Igor caiu sentado no chão, o que deu tempo do garoto correr até a porta, mas não saiu logo. A todo momento Aurora pedia para Igor parar, mas não conseguia falar alto, pois suas pernas estavam ensanguentadas e o choro a atrapalhava. Antes de sair o rapaz parou e falou:

- Você irá pagar. -

Depois disso o rapaz correu para fora. Igr se levantou dizendo que iria procurar ajuda, mas Aurora não queria que ele fizesse isso. Pediu para que ele a levasse para o quarto dela. Igor pegou-a no colo e levou fielmente subindo mais dois andares. O quarto dela ficava no último andar. Ele foi sorrateiro para que ninguém o ouvisse. Entrou no quarto dela e a colocou de pé. Ela abraçou seu amigo fortemente e disse para ele voltar ao serviço se não iriam procura-lo. Ela se lavaria e tudo ficaria bem, pois Cornélius, filho do Antony, não a faria mais mal, ela disse que nunca mais falaria com ele.
A adrenalina ainda tomava o coração de Igor e ele desceu correndo para voltar a atender a festa...
(Fim do Flashback)
... e no dia seguinte me prenderam em minha casa, me acusando de estupro, assassinato e ocultação do corpo. Uma das empregadas me viu carregando a pequena Aurora para o quarto, mas com umas moedas de ouro, ela disse que me viu levando o corpo da menina para o jardim. Para piorar, pelo visto Aurora está desaparecida. Serei executado amanhã a noite. Eu falei com o meu filho sobre o que aconteceu, ele disse que encontraria um jeito de me libertar, mas ele tem apenas 12 anos. Não sei o que poderia fazer por mim... Depois disso o homem suspirou e encostou na parede. Depois disso fez silêncio e se pôs sentado na cama a orar.

O Julgamento
A tarde passou vagarosamente. Por volta das cinco horas, um novo guarda apareceu. Ele estava armado com espada e escudo, mas a espada estava na bainha e o escudo preso às costas.  Ele não falaria nada, nem sequer responderia caso Lisandro perguntasse algo. Após passar por alguns corredores, o guarda pararia numa porta. A porta seria aberta por alguem que estava do lado de dentro.
O tribunal, se é poderia ser chamado disso, era formado por uma cadeira de madeira virada para para um jovem de cabelos loiros, quase brancos, e sua pele albina que agrdia aos olhos de quem olhasse para ele num dia de sol, este estava com olheiras profundas. Será que Lisandro poderia compreendê-lo?
A sala continha um segundo piso de madeira, como uma espécie de arquibancada que ficava acima de 3,5 metros de altura, onde ficavam os jurados, testemunhas ou plateia, todos com capuzes, pois a identidade daqueles que participavam dos julgamentos era guardada como segredo por segurança dos mesmos.
Esperariam de pé até que Lisandro se sentasse. Depois disso todos se sentaria, mesnos o relator do julgamento. Este, mantendo-se em pé falaria com sua voz fina e levemente irritante:

- Este homem aqui, um indigente, causou desordem e alvoroço ao invadir uma padaria, e, além disso assediou uma jovem menina olhando-a nua em seu quarto enquanto ela se trocava. Nossa cidade não pode perdoar este tipo de ação, pois dará brecha para que mais marginais amedrontem nossos cidadãos. - Murmúrios começaram a surgir na plateia. O homem de bigode fino, rosto magrelo, olhos fundos e barriga saliente voltou a falar. - Passo agora a palavra para vossa Excelência, Arthur Devagnel.

O juiz colocou-se de pé piragueando e com uma voz alta e clara, porém suave para um homem, falou enquanto olhava para um livro sobre sua bancada de juiz: - Siga com a sua defesa meu caro. Pelo visto, você tem alguns amigos que fariam qualquer coisa para te tirar dessa enrascada que você se meteu. - Depois disso, o menino voltaria seus olhos azúis para Lisandro

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MensagemAssunto: Re: O Herói! [Tutorial]   Qui Dez 31, 2015 4:20 pm

FELIZ ANO NOVO!!!

Seu nome era Igor Isvanroskaisd... Eu não consigo dizer o sobrenome dele, mas posso chama-lo facilmente de Caio, apesar de que eu gostei do nome Igor. Vou chama-lo de Igor mesmo, é mais legal. Foi bom saber da história de Igor, por mais que fosse triste a sua história e por mais que eu cerre meus punhos de raiva eu não poderia fazer nada naquele momento apenas escuta-lo e prestar atenção.

Sempre fui emotivo desde criança, um bebê chorão em outras palavras. Mas ao crescer descobri que isso não era algo ruim, pois me fazia mais humano e mais bondoso e comecei a amar esse meu lado. Ao ouvir a história de Igor e como ele foi preso injustamente meu coração pesou e meu sangue ferveu, eu não poderia voltar o tempo, mas como um herói eu poderia mudar o destino desta história.

Depois de ouvi-lo nunca que eu ficaria parado sem fazer nada, porém as circunstâncias não estavam ao meu favor. Pensei que na hora do guarda abrir a cela poderia nocauteá-lo e pegar suas armas e fugi junto com Igor, mas eu não sou forte o suficiente para isso e essa era outra coisa que me deixava puto.

Ao terminar sua história Igor se manteve calado e sentado em sua cama e passaram-se algumas horas, mesmo que eu não tenha passado por algo trágico queria que ele dividisse mais dessa dor. Por isso falei. – Igor, não se preocupe. Seu filho não vai crescer sem o pai, eu sei como é e não quero que ninguém passe por isso... – Dando um suspiro e olhando com um grande sorriso para o homem diria para acabar com seu sofrimento. – Eu vou tira-lo daqui. – E neste mesmo momento aparecia o guarda para me escoltar até o julgamento e antes de deixar a cela diria. – Eu volto depois!

O guarda era silencioso e não parecia estar com vontade de conversa então fiquei com a boca fechada, ao adentrar no tribunal havia um jovem sentado numa cadeira acima de todos. Ele era branco, até demais e cabelos loiros quase brancos, acho que ele julgaria meu caso, mas ele é tão novo. No tribunal havia uma arquibancada com várias pessoas usando casacos e escondidas na escuridão que os capuzes faziam, parecia que algo sinistro iria acontecer, mas dava para eu sabia o motivo para as pessoas escondessem suas feições.


Eu me sentei e todos se sentaram logo em seguida, me perguntei se eu me levantasse de novo eles se levantariam? Até que seria divertido, mas é melhor nem testar. Um homem gordo com um bigode fino falava as acusações sobre mim e eu não dei muita atenção para ele. Ao terminar de falar jovem me mandava argumentar para me defender, ele prestaria atenção em minhas palavras pelo que seus olhos me diziam. – Eh.. Eu sou Takamoto, eu realmente fiz tudo que o bigodudo falou. Porém, eu fiz por que estava perseguindo um pequeno ladrão que havia roubado a mercadoria do meu chefe. – Respirando um pouco continuava a falar, fiquei um pouco nervoso já que nunca falei em público. – Não poderia perder a mercadoria e tive que perseguir ladrão e fazer tais ações, por isso... Me desculpe! – Me curvaria de forma reta com a cabeça para baixo em sinal de arrependimento, e depois veria o que aconteceria. Será que eu seria libertado?


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Matsu

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MensagemAssunto: Re: O Herói! [Tutorial]   Seg Jan 04, 2016 6:13 pm

Vamos ao trabalho.
O juiz ouviu atentamente o que foi dito por Lisandro. Quando viu que o garoto curvou-se, Arthur abaixou a cabeça e mexeu em alguns papéis. Sem olhar para Lisandro novamente ele bateu suavemente o martelo dizendo: - Absolvido! De qualquer forma uma das acusações foi retirada e o seu chefe, o ferreiro... - Arthur deu uma pequena pausa. Ninguém além dele e do ferreiro sabia que aquela pausa foi pela ameaça de arrancar a cabeça do juiz e colocar na parede de sua casa como enfeite. Mas ninguém conseguiria dizer se aquela ameaça ameaçou o jovem juiz, ou deixou ele animado com alguma fantasia que envolvia homens fortes e peludos. - Bem, ele veio pessoalmente a mim e pediu gentilmente para que eu o soltasse. Ele cuidará que você não arrume mais encrenca.
Depois disso, o mesmo guarda de antes o escoltaria até ao salão de entrada. Ao sair do tribunal, andando por um dos corredores, em um dos corredores, um forte barulho atrás de Lisandro fez com que uma grande quantidade de poeira levantasse no corredor. Se olhasse para trás, não veria nada além da poeira. Após o primeiro barulho, que se assemelha ao de uma explosão, o som de uma porta batendo tomou o local, porém, não haviam portas no corredor. Após isso, a poeira abaixaria rapidamente, e quando se desse conta, Lisandro veria que o guarda nem sequer pararia de andar, como se nada tivesse acontecido.
Quando chegaram ao salão de entrada, o guarda entregou um papel dobrado e a bolsa com todo o dinheiro de Lisandro, tudo que ele tinha. Se ele em algum momento parasse para contar, teriam 50 moedas de ouro dentro da bolsa. Enquanto estendia a mão para que Takamoto pegasse, e diria: -Aqui estão os pertences que foram confiscados do senhor.- Então viraria-se e iria embora.
No sagão de entrada, Beorn, o Ferreiro, estava sentado, ocupando um banco de duas pessoas sozinho. Se levantaria rapidamente ao ver o garoto dizendo: -QUE BOM QUE SALVOU A MERCADORIA, MAS TALVEZ TENHA SIDO COISA DEMAIS PARA VOCÊ NUM PRIMEIRO DIA. VOU ARRUMAR UM SERVIÇO MAIS SIMPLES E LEVE PARA VOCÊ. VAMOS! A LOJA PRECISA SER LIMPA.- Terminaria de dizer dando um tapa no ombro do garoto. Este tapa seria forte o suficiente para joga-lo para frente, depois ele sairia andando na frente do garoto, saindo pela porta.
Quando Lisandro saísse atrás do ferreiro, na porta do lado de fora, uma menina de pele branca como cera, cabelo preto, muito escuro, liso, brilhante e pesado, chegando a cintura dela, abordaria ele. Atrás dessa menina, uma mulher um pouco mais baixa que Lisandro, viraria de costa e iria embora. Talvez não a reconhecesse a menina que o abordou pelos olhos negros, com manchas verdes, nem pelas covinhas no canto da boca quando ela sorria, mas talvez a reconhecesse os fartos seios apertados pelo espartilho que ela usava por cima do vestido azul, seios que pareciam pular do vestido. Além do vestido, ela usava uma bota.
- Com licença! Oi. - Disse dando um sorriso tímido e olhando para o chão depois de olhar nos olhos de Lisandro. - Desculpa tê-lo acertado e acusado hoje cedo. Eu só fiquei assustada. Quando eu parei para pensar depois, eu vi que você estava perseguindo alguém e vi que você tentou oferecer dinheiro para aquele garoto parar de roubar. Achei muito nobre de sua parte. Se um dia você quiser comer ou beber algo, você sabe onde moro. Será uma forma de retribuir o que acabei lhe causando. - Sua voz era fina e doce. Depois disso ela iria embora um pouco corada.
Na Loja
Beorn pediria para Lisandro colocar a adaga no balcão e mostraria a loja. De frente para a entrada estava o balcão. atrás do balcão, em baixo, estava uma pequena besta que atira uma flecha de 10 centímetros. Ela já estava carregada para o caso de algum ladrão aparecer repentinamente. Junto da besta, estava uma pequena bolsa de couro com outras cinco flechas pequenas. Do lado da entrada, quem está olhando do balcão, vê um grade fole embutido numa parte da parede de pedra que é muito abaulada, pois nessa parede também fica a fornalha onde ele preparava o metal para as armas.
Atrás do balcão havia duas portas e uma escada. A escada dava para os outros dois andares, onde Beorn morava sozinho ou não; Uma das portas dá para onde ele guarda as vassouras, panos, baldes e esfegões; Na outra porta um pequeno quarto com uma cama e um criado mudo com uma lamparina à óleo, uma mesa de leitura e uma cadeira e um banheiro pequeno, com privada e saída de água que dava dentro da banheira. Nenhum deles é muito confortável, mas são alguma coisa. Sobre a mesa de leitura estavam preparados um prato e um copo, com vinho, um pão, uma maçã e um pedaço de carne que estava fumegando, mas se demorasse para comer, esfriaria.
Bem, a loja é movimentado em maior parte do dia, e a sujeira das ruas e às vezes da fornalha dexam o lugar imundo. Passar o dedo sobre o balcão deixaria o seu dedo negro como carvão.
- BEM GAROTO, VOCÊ SÓ PRECISA LIMPAR E TRANCAR A PORTA QUANDO FOR DORMIR - Beorn entregou uma chave de ferro para ele - FAÇA ISSO E AMANHÃ VEREMOS SE VOCÊ CONTINUARÁ TRABALHANDO AQUI. PEDI PARA QUE MINHA MULHER DEIXASSE SUA COMIDA NO QUARTO.
[quote=]Bilhete: Apareça em frente ao Cavalo e a Donzela hoje à meia noite.[/quote]

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MensagemAssunto: Re: O Herói! [Tutorial]   Qua Jan 06, 2016 1:54 pm

olhos É... Sei...

Eu fui inocentado, era uma boa coisa se pensar já que não fiz nada demais. E parece que o ferreiro tem alguma mão nisso, mas o ferreiro não é um homem que é gentil... Será que o juiz foi ameaçado pelo ferreiro com a sua ameaça favorita? Não sei bem o que pensar, foi bom saber que o ferreiro estava do meu lado. Meio que me fez um pouco feliz que tinha alguém para me ajudar nesta situação.

Ao passar pelas celas houve um grande estrondo atrás de nós, eu e o guarda, olhei para trás rapidamente e a poeira era como uma parede que não me deixou saber o que havia por detrás dela. Fiquei espantado de início e olhei para o guarda que ignorava tudo aquilo e fingia que nada estava acontecendo, quando a poeira baixou tudo estava normal.. Realmente algo muito estranho acabou de acontecer aqui.

Deixando o lado estranho para lá, eu peguei minhas coisas de volta. Meu dinheiro e um pedaço de papel, mas eu nunca tive um pedaço de papel comigo, antes que eu visse o que tinha dentro do papel aparecia o ferreiro. Me deixou um pouco feliz e emotivo as palavras do ferreiro, não sabia que depositava tanta confiança em mim. Ele me dava um tapa que me jogava para frente e acho que ele não fazia por querer, mas sim porque essa era sua força padrão e que me deixava meio incerto se eu era forte.

Ao sair do estabelecimento fui abordado por uma garota, deu um passo para trás devido a isso, sempre fui sem jeito com mulheres e não conseguia manter uma boa conversa. Pelo menos isso era o que eu achava, a garota não me era estranha tinha um rosto bonito e olhos pretos que cintilavam em um tom verdeado, pois havia manchas verdes que tornava seu olhar um pouco mais bonito. Eu sei que não é uma boa maneira reconhecer uma garota pelos seios, mas não tive tempo para olhar seu rosto também.

Ela se desculpava ao descobrir o que eu havia feito e me chamava para reencontra-la qualquer dia, ela corava e ia embora envergonhada o que eu achava bem fofo, mas fiquei meio paralisado pelo o que aconteceu realmente. Nunca havia acontecido algo assim comigo, meu coração batia mais forte e um sorriso bobo brotou em minha face. Sempre fui popular com garotas? Mas realmente nunca tive jeito para isso.

Entrava na loja do ferreiro e a conhecia mais adentro, ela um recinto bastante espaçoso, tinha até um quarto para mim. Coloquei a adaga no balcão e o ferreiro demonstrou sua loja para mim, fiquei realmente satisfeito pelo que o ferreiro fazia por mim e assim que soube seu nome passei a chama-lo de Beorn, era um nome comum pelo que acho.

Assim que ele terminou de mostrar a loja ficou a meu cargo de limpar tudo, sinceramente era um lugar bastante sujo, parecia que a sujeira vinha da fornalha e da poeira das ruas que entrava na loja. Passei o dedo pelo balcão o que o deixou negro e fiquei com um olhar de desgosto, não gostei de como era tudo sujo e prometi para mim mesmo deixar tudo nos trinques.

Pegaria uma vassoura, um balde com água e um esfregão e iniciaria a limpeza e só terminaria depois que tudo estivesse aos conformes de uma loja limpa e cheirosa. Ao terminar notei que eu estava bem sujo, passei um tempo na cadeia e ainda limpei esse lugar precisava de um banho merecido. O banho limparia não só meu corpo, mas também o meu espirito que estava um pouco confuso devido ao Igor e como poderia tira-lo da cadeia.

Tinha me esquecido de abrir o papel e quando o abri recebi sua mensagem, de quem era aquele papel? Da garota com seios fartos? Corei nesse instante, e depois de alguns segundos voltei ao normal. Bom, se for ela... Eu preciso urgentemente de um banho.

Depois de pensar um pouco no banho e termina-lo, vestiria minhas roupas e pegaria um pedaço de papel e escreveria: “Eu vou sair, volto amanhã. E deixe a minha comida no quarto que depois vou comer”, deixaria o recado no balcão e pegaria as chaves e trancaria a loja. Pegaria as chaves e as devolveria por baixo da porta, não sabia se ele tinha chaves reservas e meio se eu levasse e mantivesse fechado acho que as coisas complicariam para mim.

Sairia rumo ao bar Cavalo e a Donzela como mencionava no papel e quando chegasse observaria ao redor esperando alguém. Ficaria a espera, não sabia o que aconteceria e só me restava esperar..


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